Foda terapia pela WEB Cam, vem experimentar

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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Foot Fetish - Fetiche por Pés - Terapia com Pés

Os pés são uma parte do corpo muito sensível e sensual. Pelo menos é o que os apreciadores dizem, e eu concordo. Desde massajá-los a chupá-los ou fodê-los, tudo é permitido dando um prazer muito especial.
Não são só os pés femininos que causam desejo. Há muitas mulheres que adoram os pés masculinos e que se satisfazem com eles. Uns belos pés masculinos são difíceis de encontrar é o que me dizem.
Quem quer comentar sobre este fetiche, tara ou obsessão como lhe queiram chamar?
E porque não experimentar este fim de semana?
Aqui fica a dica para mais um boa Foda Terapia.

Karlos 2009

domingo, 12 de julho de 2009

Foda com gordas e foda nas mamas...

Fiquei espantado com algumas das buscas dos utilizadores. Porque será que no top das buscas estão a Foda com Gordas e Foda nas Mamas?
Todas têm o seu encanto, é um facto. Gordas, magras, altas, baixa... Mas será que as gordinhas suscitam alguma curiosidade extra? Será que por trás de uma mulher menos escultural esconde-se uma verdadeira fera? Aquelas modelos magríssimas, e muitas vezes anoréticas, com que somos confrontados como exemplos de beleza podem muito bem ser um engano. Uma coisa é a imagem que a televisão ou as revistas nos tentam transmitir, outra é a realidade das mulheres.
Pesoalmente as muito magrinhas parecem-me estranho. Quanto ás gordas nada tenho contra desde que não o sejam de forma exagerada. No meio está a virtude. Uma gordurinha aqui ou ali até fica bem, digo eu... Que piada tem uma mulher com os ossos quase à mostra?
A actividade sexual ajuda a manter a linha. Uma verdadeira Foda Terapia resulta melhor que muitas dietas loucas.
Foda nas mamas parece ser também algo muito apetecido. Concordo plenamente. E seios gordos? Essa combinação funciona muito bem pelo que tenho auscultado nos EMails que recebo.
Termino lembrando que o sexo é principalmente uma atitude mental. Mais do que o corpo, a mente sã e positiva resultará numa experiência muito mais proveitosa.

Vivam as gordinhas, gostosas, safadas e cheias de vontade para a brincadeira.

Karlos 2009

domingo, 7 de junho de 2009

Hoje é dia de festa privada

Ela adora exibir-se. Não tanto em publico, mas em privado para mim. Adora tirar fotos, daquela que só nós os dois sabemos de quem são.
Desta vez não foi excepção. Muita tesão e desejo por já não nos vermos há algum tempo.
Mas ela tinha outra coisa em mente. Uma deliciosa sessão fotográfica para registar aqueles momentos de desejo. E eu que queria tanto comê-la primeiro, mas fiz-lhe a vontade para ver até onde ia.
Fotografei a sequência com que tirava a roupa. O meu caralho super teso pedia que o satisfizesse. Assim o fiz com uma mão ao mesmo tempo que segurava na máquina fotográfica com a outra. Ela excitava-se ainda mais ao saber que a qualquer momento eu a iria foder por completo.
Tirei mais de 100 fotos. Algumas completamente à sorte para ver o que apanhava. Apanhei-lhe o corpo e mente em completa loucura ansiando por se entregar. Iniciou uma frenética masturbação com tudo a que tem direito. É sem dúvida uma especialista nesta matéria. Fechou os olhos e ali ficou a gemer cada vez mais. Um sofrimento e desejo que telepaticamente recebi. Eu sabia bem o que ela queria. De rabo alçado ela contorcia-se de prazer. O orgasmo não tardava e só havia uma coisa a fazer. Larguei a máquina e enfiei este caralho gordo na sua cona faminta. Agarrei-a com força pela cintura e fodi bem fundo sem parar. Um prazer magnífico invadiu os nosso corpos. Aquela música feita de gemidos e frases ordinárias deu lugar ao silêncio por não aguentar mais a espera. Gozei imediatamente. Ela percebeu isso com se estivesse à minha espera e explodiu de prazer. Continuei a foder aquela cona apertadinha que se contraía e escorria a mistura dos nosso fluidos.
Virei-a ao contrário, de barriga para cima. Encaixei-me nela novamente. Agora apenas a acariciava e beijava abraçando-a bem. Nada mais havia a dizer. Sossegámos e ela chorou de felicidade. Há mulheres assim.

Karlos 2209

terça-feira, 26 de maio de 2009

Dominação, privação sensorial e fetiche da tortura masculina

Ele é um homem estranho. Timido e meigo. Acho que tem alguma pancada ou frustração, ou será só mesmo um fetiche, sei lá.
Um dia percebi que ele gostava de ser dominado. Deu-me a entender isso ao vermos um filme. A partir daí fui dominado-o cada vez mais, e ele cada vez mais submisso e com mais tesão. Sim, os problemas de falta de vontade acabaram completamente. Diz que só goza plenamente comigo e eu acredito tendo em conta o que vejo.
Estava uma tarde fresca e eu não tinha nada para fazer naquela noite. Ligue-lhe tal como faço de vez em quando. Ficou super contente com o meu telefonema. Falei de coisas banais, emprego, quando ia de férias, etc. Ele perguntava coisas sobre mim a grande custo. Sou eu que o domino até ao telefone. Depois de desesperar e já no fim do telefonema disse-lhe: "Olha, já agora, quero-te aqui ás 10 horas para te esvaziar os colhões". Desliguei sem sequer ouvir a resposta.
Ás 10 chegou ele, bem contente. Servi-lhe uma bebida enquanto lhe perguntava: "O menino tem batido muitas punhetas ou está com os colhões bem cheios?" Tinha-se guardado para mim desde a última vez que cá estivera faz agora mais de duas semanas. Estava bem aflito e a pecisar dos meus préstimos. Da vez anterior confessara-me que endoideceu de tanto esperar e que se masturbou uma noite inteira até à exaustão pensando em mim.
Aproximei-me por trás e tapei-lhe a cabeça. Nem uma palavra ou nunca mais te mexo na gaita, ameacei. Despi-me lentamente da cintura para baixo. Aquela cena de dominação deixa-me sempre com muita tesão. A cona humedecia e esfreguei com vontade até escorrer completamente. Passei os dedos ensopados pelos seus lábios. Depois obriguei-o a chupá-los e ele adorou. Queres mais, perguntei. Aproximei-me e amarrei-lhe as mãos atrás das costas. Lambi-lhe as orelhas, o pescoço e ordenei-lhe: "Só te vens na minha boca, ai de ti que desperdices uma gotinha que seja". Aqui ele ficou agitado. Não podia falar mas a sua respiração denunciava uma grade aflição. Gosto mesmo de o torturar mas ás vezes até tenho pena. Ajoelhei-me e mordi-lhe o caralho por cima das calças. Vinha sem nada por baixo. Lentamente abri o fecho. A tesão dele era tanta que tive dificuldade em tirá-lo de dentro das calças. Chupei-o de seguida para o tranquilizar um pouco. Lentamente não fosse ele derramar tudo já de seguida. Depois afastei-me e contemplei o pau faminto que estava por minha conta.
Voltei a mostrar-lhe a cona mas desta vez soltei também as mamas. A dominação deixa-me sempre cheia de vontade e hoje estava demais. Só de pensar naquele pau gostoso que ia gozar na minha boca quando eu mandasse.. ui, que delícia. Sensualmente acariciei o meu peito, apertei os mamilos e a tesão subiu bruscamente. Ele permanecia imóvel cheio de tesão. Olhei-o nos olhos e comecei a masturbar-me frenéticamente. Adoro fazer isto à bruta. O orgasmo aproximava-se e era tão bom. Apertei as mamas, depois um mamilo, apertei cada vez mais e esfreguei desesperadamente a cona. Gozei em menos de um minuto bem na frente dele. Ele suplicava-me com os olhos. Dei-lhe a provar novamente os dedos agora ainda mais gostosos. Prova o meu leitinho, prova, que a seguir vou provar o teu, disse-lhe com voz super sexy. Ele provou e lambeu tudinho.
Abracei-o por trás e mastrubei-lhe o caralhão enorme. Não te venhas ainda ouviste!!! Lentamente e parando por vezes só para lhe massajar os colhões e fazer festinhas na ponta da pichota. Adoro levá-lo até à loucura e parar. Era muito arriscado continuar pois ele gemia de aflição e prazer. A qualquer momento podia explodir e com razão.
Suguei-o suavemente para dentro da minha boca. O gosto das primeiras gotinhas fizeram-me querer mais. Ele estava impaciente com o meu broche, lentamente abocanhando tudo até à garganta. Depois apalpei-lhe os tomates ao memo tempo que lhe batia uma punheta e sugava a cabecinha inchada de tanta tesão. Resolvi não parar desta vez. Ansiava por satisfazê-lo e ele merecia após tanto sofrimento.
Subitamente gritou de prazer e veio-se abundantemente. Os jactos de esperma quente enchiam-me a boca de prazer. Parecia não ter fim tanto prazer. Chupei tudinho até ao fim. Até que ele se acalmasse. Até o serviço estar completo.
Foi-se embora satisfeito. Quando será que lhe telefono novamente? Quando me apetecer.

Lolita 2009

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Vou tomar conta de ti - Fecha os olhos e goza

Há quem goste de mudar de posição mas esta aqui é viciada nisso.
Combinámos uma tarde de sexo em sua casa. Tão simples como isso. Cheguei à hora marcada, pontualmente, não a queria deixar ao frio. Sim, ao frio. Ela aguardava-me nua deitada no sofá. Abriu a porta, beijou-me enquanto lhe apalpei a cona. Estava molhada de tanta antecipação e pronta a receber-me imediatamente. Afastou-se e foi escolher o lugar. Deitada no sofá exibia os lábios grosso da sua cona gulosa convidando-me a comê-la. Aproximei-me beijando e acariciando-lhe as pernas, subindo e lambendo a sua pele macia. Um aroma de cona lavada dispertou-me uma subita loucura. Não imaginam o quanto eu gosto de uma cona cheirosa e deliciosa. Mergulo de cara abocanhando tudo, passando a lingua na fenda rosada, subindo e descendo, circulando à volta do grêlo sem o tocar. As suas mãos puxam-me a cabeça mas eu não obedecia. Ela tinha que sofrer primeiro para só depois gozar plenamente. Afastei-me e contemplei aquele mulherão que ainda se contorcia de prazer.
Levantou-se e veio até mim. Beijei-a longamente enquanto ela me acariciava o caralho. Queres chupá-lo agora? Queres senti-lo teso na tua boca? Ela disse que sim e quando se preparava para se baixar... surpresa. Virei-a de costas, empurrei-a até à mesa de jantar fazendo com que se dobrasse expondo um maravilhoso rabo onde logo me encostei. Acariciei-lhe os ombros e costas beijanto e lambendo. Afastei-lhe as pernas, dei-lhe umas palmadas no rabo e enfiei-o todo até ao fundo gritando "és minha". Fodi-te a uma velocidade incrível agarando-te pelas ancas. "minha, minha, minha, és toda minha". Nada disseste. Gemeste baixinho e gozaste tentando fugir mas em vão. Dei-te algum decanso mas sempre com o caralhão teso dentro de ti, masajando-te a cona que ainda sentia o prazer do orgasmo. Trouxe-te nos braços para o sofá. As tuas pernas estavam fracas demais para andares. Sentei-me e sentaste-te em cima de mim. Os nossos corpos encaixaram-se perfeitamente unidos pela cona que engolia o meu caralho e que o apertava. Ficámos ali um bom bocado. Esfreguei-me nas tuas belas mamas, lambi, chupei, beijei até ter uma tesão tão grande que quase explodi de prazer. Ela enlouquecia de prazer e tive de dominar a situação. Deitei-a sobre a mesa baixa (ver foto), segurei-a e ela agarrou-se ao meu braço. Mantinha-a afastada enquanto brincava com o caralho à entrada da cona que estava visivelmente inchada de prazer. Lentamente fui entrando fazendo-a gemer mais. Acertava a cadência das minhas investidas com o prazer dos seus gemidos. Apenas abrandava quando ela me dizia "estou-me quase a vir". Prolonguei o prazer até não poder mais. A tesão era demais e apeteceu-me gozar. "olha bem para mim" disse-lhe. Gostas que te foda não gostas? Então fecha os olhos e vem-te... isso, vem-te, vem-te meu amor. E veio-se logo o que me deixou satisfeito e poderoso. Via aquela mulher a contorcer-se e gemer em agonia agrrada ao meu braço que a imobilizava. Deixei-me vir, parando no último momento para prolongar o prazer. O meu caralho imóvel veio-se só de olhar para ela e sentir o seu corpo que se satisfazia. Esporrei-me lentamente naquela cona maravilhosa.
Libertei-te para te trazer de novo ao sofá. Aprisionei-te nos meus braços onde adormeceste completamente satisfeita.

Karlos 2009

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Directora de marketing - Foda surpresa 2

Já lá tinha ido falar com ela uma dúzia de vezes. Nas reuniões com outros colegas sempre foi muito formal. Cada vez que estávamos os dois a sós ela levava sempre a conversa para algo sexual. Uma piada aqui, uma frase picante ali... A cada reunião o caso piorava, ou melhorava, depende do ponto de vista. Cheguei a pensar que ela era uma daquelas provocadoras que só quer nos infernizar a vida.
Um dia, um colega de outra empresa contou-me umas histórias, supostamente verdadeiras, sobre aquela directora de marketing e dos seus fetiches. Fiquei logo com tesão só de me lembrar das suas insinuações e no que aquilo se poderia tornar.
Lá fui para outra reunião de trabalho. A campanha que estávamos a preparar era sobre roupa interior. Aproveitei logo para puxar a conversa picante, desta vez muito mais interessado em ver a reacção que provocava. A certa altura disse-lhe que devia ser obrigatório experimentar os produtos que se pretendiam comercializar. Ela concordou imediatamente e sugeriu que no próximo encontro talvez isso acontecesse.
Numa troca de EMails perguntei-lhe se já tinha experimentado a roupa. Disse-me que melhor do que a roupa era ela sem roupa. Que raio de mulher se arrisca desta maneira escrever isto num EMail, pensei. Seria para me testar? Seriam verdadeiras as histórias que me tinham contado. Resolvi responder que a preferia com a roupa da campanha e que achava que lhe ficaria muito bem. A resposta foi muito simpes por SMS. Você sabe em que é que se está a meter? Traga muita tesão. Fiquei de todas as cores...
Dia de reunião. Lá fui. No gabinete fechado ela aguardava, aparentemente normal. Cumprimentei-a como de costume à espera de um sinal qualquer. Afinal era eu que estava no seu território. Sente-se, disse ela. Trouxe o que lhe pedi, perguntou? Fiquei sem responder por momentos. Perguntei se tinha trazido aquilo, repetiu. Começei a ficar com dúvidas sobre o que se tratava, o meu caralho teso é que não tinha dúvida nenhuma.
Tesão, homem, trouxe ou não, exclamou ela sorrindo. Ahhh, isso, trouxe e muita como me pediu, sorri também. Ela então, do outro lado da sala, começou a despir-se lentamente e de forma sensual. Venha cá ajudar que eu depois trato de si, ordenou. E eu fui. Tratei dela dominado-a com carícias. Ela masturbava-se enquanto eu fazia dela o que bem queria. Quero que te venhas depressa, ordenava eu. Gozou tanto que parecia sofrer de algum mal. Goza mais minha puta, goza mais, incentivava-a eu enquanto ela me chupava o caralho teso. O espectáculo era fantástico. Eu ordenava, ela vinha-se, eu adorava aquilo.
A minha hora chegou aproveitando um dos seus orgasmos bem gemidos. Gozámos os dois como se pode ver na fotografia. Ela adorou e eu também. Que bela Foda Terapia.

domingo, 12 de abril de 2009

Fantasias sexuais e fetiches - Foda surpresa 1

Conheci-a num festa. Um amigo comum apresentou-na, conversámos e nada mais.
A fantasia desta mulher é ser comida por Homens sem saber ao certo quem são. Mal eu sabia que o amigo andava à procura de candidatos para satisfazer aquela cona gulosa.
Fui escolhido, LOL. Telefonou-me. Perguntou se estava disposto a uma loucura, contou-me os pormenores e marcámos o dia e o local.
Cheguei, toquei à campainha, a porta abriu-se sem perguntas. Subi de elevador até ao 8º andar. Avistei uma porta entreaberta, era ali, tal como combinado. Era de dia mas lá dentro estava escuro. Várias velas pequenas iluminavam o caminho. Avançei. A porta do quarto estava aberta. Deitada na cama, ela exibia a sua bela cona faminta (ver imagem). Masturbava-se e gemia baixinho. Lingerie e sapatos, o resto tudo a nú. Um maravilhosos e sedoso corpo aguardavam a pichota louca de tesão com que seria fodida em breve. Nem queria acreditar. Era tão simples. Ela ali à espera de ser comida. Eu a aproximar-me por trás. Afastei-lhe as pernas um pouco mais, acariciei-lhe o rabo e a cona. Lentamente e de uma vez só, espetei-lhe o caralho teso naquela cona macia e encharcada.
Fodemos sempre por trás sem que ela me olhasse.
No fim agradeceu. Abraçámo-nos e saiu do quaro. Eu... vesti-me e vim embora. Hei-de lá voltar. Já me inscrevi para as próximas fodas.

Karlos 2009

Ningué precisa de saber - Foda Terapia fora de casa