Foda terapia pela WEB Cam, vem experimentar

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terça-feira, 26 de maio de 2009

Dominação, privação sensorial e fetiche da tortura masculina

Ele é um homem estranho. Timido e meigo. Acho que tem alguma pancada ou frustração, ou será só mesmo um fetiche, sei lá.
Um dia percebi que ele gostava de ser dominado. Deu-me a entender isso ao vermos um filme. A partir daí fui dominado-o cada vez mais, e ele cada vez mais submisso e com mais tesão. Sim, os problemas de falta de vontade acabaram completamente. Diz que só goza plenamente comigo e eu acredito tendo em conta o que vejo.
Estava uma tarde fresca e eu não tinha nada para fazer naquela noite. Ligue-lhe tal como faço de vez em quando. Ficou super contente com o meu telefonema. Falei de coisas banais, emprego, quando ia de férias, etc. Ele perguntava coisas sobre mim a grande custo. Sou eu que o domino até ao telefone. Depois de desesperar e já no fim do telefonema disse-lhe: "Olha, já agora, quero-te aqui ás 10 horas para te esvaziar os colhões". Desliguei sem sequer ouvir a resposta.
Ás 10 chegou ele, bem contente. Servi-lhe uma bebida enquanto lhe perguntava: "O menino tem batido muitas punhetas ou está com os colhões bem cheios?" Tinha-se guardado para mim desde a última vez que cá estivera faz agora mais de duas semanas. Estava bem aflito e a pecisar dos meus préstimos. Da vez anterior confessara-me que endoideceu de tanto esperar e que se masturbou uma noite inteira até à exaustão pensando em mim.
Aproximei-me por trás e tapei-lhe a cabeça. Nem uma palavra ou nunca mais te mexo na gaita, ameacei. Despi-me lentamente da cintura para baixo. Aquela cena de dominação deixa-me sempre com muita tesão. A cona humedecia e esfreguei com vontade até escorrer completamente. Passei os dedos ensopados pelos seus lábios. Depois obriguei-o a chupá-los e ele adorou. Queres mais, perguntei. Aproximei-me e amarrei-lhe as mãos atrás das costas. Lambi-lhe as orelhas, o pescoço e ordenei-lhe: "Só te vens na minha boca, ai de ti que desperdices uma gotinha que seja". Aqui ele ficou agitado. Não podia falar mas a sua respiração denunciava uma grade aflição. Gosto mesmo de o torturar mas ás vezes até tenho pena. Ajoelhei-me e mordi-lhe o caralho por cima das calças. Vinha sem nada por baixo. Lentamente abri o fecho. A tesão dele era tanta que tive dificuldade em tirá-lo de dentro das calças. Chupei-o de seguida para o tranquilizar um pouco. Lentamente não fosse ele derramar tudo já de seguida. Depois afastei-me e contemplei o pau faminto que estava por minha conta.
Voltei a mostrar-lhe a cona mas desta vez soltei também as mamas. A dominação deixa-me sempre cheia de vontade e hoje estava demais. Só de pensar naquele pau gostoso que ia gozar na minha boca quando eu mandasse.. ui, que delícia. Sensualmente acariciei o meu peito, apertei os mamilos e a tesão subiu bruscamente. Ele permanecia imóvel cheio de tesão. Olhei-o nos olhos e comecei a masturbar-me frenéticamente. Adoro fazer isto à bruta. O orgasmo aproximava-se e era tão bom. Apertei as mamas, depois um mamilo, apertei cada vez mais e esfreguei desesperadamente a cona. Gozei em menos de um minuto bem na frente dele. Ele suplicava-me com os olhos. Dei-lhe a provar novamente os dedos agora ainda mais gostosos. Prova o meu leitinho, prova, que a seguir vou provar o teu, disse-lhe com voz super sexy. Ele provou e lambeu tudinho.
Abracei-o por trás e mastrubei-lhe o caralhão enorme. Não te venhas ainda ouviste!!! Lentamente e parando por vezes só para lhe massajar os colhões e fazer festinhas na ponta da pichota. Adoro levá-lo até à loucura e parar. Era muito arriscado continuar pois ele gemia de aflição e prazer. A qualquer momento podia explodir e com razão.
Suguei-o suavemente para dentro da minha boca. O gosto das primeiras gotinhas fizeram-me querer mais. Ele estava impaciente com o meu broche, lentamente abocanhando tudo até à garganta. Depois apalpei-lhe os tomates ao memo tempo que lhe batia uma punheta e sugava a cabecinha inchada de tanta tesão. Resolvi não parar desta vez. Ansiava por satisfazê-lo e ele merecia após tanto sofrimento.
Subitamente gritou de prazer e veio-se abundantemente. Os jactos de esperma quente enchiam-me a boca de prazer. Parecia não ter fim tanto prazer. Chupei tudinho até ao fim. Até que ele se acalmasse. Até o serviço estar completo.
Foi-se embora satisfeito. Quando será que lhe telefono novamente? Quando me apetecer.

Lolita 2009

sexta-feira, 1 de maio de 2009

És minha e eu vou-te foder tanto, tanto, tanto

Sei que andavas necessitada. Era um fogo que já não conseguias esconder. Uma vontade enorme de te entregares a mim percorria o teu corpo e alojava-se na tua mente. Andavas mais dedicada e até quase oferecida.
Agarrei-te num abraço forte que te deixou imóvel. O que é isto? Perguntaste baixinho e sem grande resistência. Beijei-te o pescoço e lambi-o até ás orelhas, primeiro de um lado, depois do outro. Sentia o teu cabelo e o teu cheiro que me despertou uma tesão instantânea. Quiseste-me beijar mas eu fugi. Agarrei-te pelos cabelos puxando-te a cabeça para trás. Beijei-te docemente o queixo, a face e só depois os lábios. És minha ouviste ?! Sou tua, respondeste, e eu adorei a tua obediência.
Empurrei-te para o sofá. De imediato tiraste a roupa revelando umas maravilhosas mamas, grandes e redondas como já não via há muito. Olhavas fixamente para o meu caralho desejando-o mais que tudo. Forte e teso ele ia foder-te, disso tinhas tu a certeza e o teu corpo reagia numa aflitiva tesão entre as pernas. Aproximei-me e tentaste agarrá-lo. Julgaste que o ias enfiar na boca? Enganas-te. Chega-te para lá. Toma-o no meio das tuas mamas. Quem bem que ele fica aqui. Não te podes mexer, estás dominada por mim e pela tesão que te faz gemer. Sente o sabor dos meus dedos como se o caralho te entrasse na cona. Chupa-os que do resto nem vais chegar perto. Sente o volume da minha tesão no meio das tuas mamas. Que mulher louca, que mamas tão boas estou a sentir enquanto te acaricio o corpo com as mãos. Adoro faze-te sofrer. Fode-me, pedes tu sabendo que não te obedeço. Queres que te foda? Queres? Então vem-te primeiro para eu ver. Vem-te ou gozo eu nas tuas mamas não tarda nada.
Continuei os movimentos perfeitos de uma punheta de mamas deliciosa que me fazia aproximar do orgasmo. Excitava-me cada vez mais a ideia de te vires bem à minha frente. As tuas mãos esfregavam a cona freneticamente em busca do prazer. Vem-te querida, goza, goza tudo, incitava eu deixando-te na certeza de vir aí um orgasmo violento.
Ohhh, não... não... não aguento mais, gritaste. Vem-te agora, ordenei. Isso, mais, tu adoras que eu te foda... Mantive o caralho no meio das mamas a grande custo. Estavas presa mas o orgasmo deu-te força fazendo o teu corpo saltar de emoção e prazer. Os gemidos também não deixavam dúvida. Era um orgasmo enorme há muito desejado e que parecia não ter fim.
Por fim descansaste. Libertei-te os braços que agora ganhavam outra utilidade. Juntaste firmemente as mamas ao meu caralho faminto. Ainda não te vieste? Perguntaste surpreendida. Ainda não respondi, estou há espera que gozes novamente. Nem penses, quero que te venhas já, quero-te ouvir gemer e sentir o teu esperma a escorrer em mim. Aquilo deixou-me mesmo doido. mais uns segundos e vinha-me de certeza. Nunca umas mamas tão boas me tinham acariciado o pau. A tesão tornou-se crítica subitamente e quase lhe fiz a vontade, mas afastei-a. Não, ainda não, disse-lhe sorrindo. Leantei-me e mostrei-lhe o material super teso. Masturbei-me lentamente o que fez com que ela se entusiasmasse novamente. Vá, faz o mesmo, ordenei-lhe. Esfrega essa cona linda se queres que te foda. Anda, despacha-te antes que me venha sem ti. Apressaste-te e o prazer crescia rapidamente. Vais-me foder? Vais, não vais? Por favor, preciso de ti, dá-me, por favor, fode-me. E não era mentira. O teu corpo implorava contorcendo-se e anunciando o culminar de tanto prazer. Aproximei-me, afastei-te rapidamente as pernas e entrei em ti de uma vez só. Agora era impossível resistir. Senti aquela sensação maravilhosa dos momentos antes do orgasmo. Estou-me a vir, gritei, e fodi-te até ao fundo com raiva nessa tua cona de veludo e deliciando-me nas tuas mamas gordas e macias. Ouvi-te gemer e senti o teu orgasmo que me aprisionou na tua cona. Gozei como nunca tinha gozado aproveitando a tesão até ao fim. Dei-te tudo o que tinha e tu adoraste que me viesse dentro de ti. Afinal valeu a pena o sacrifício da espera.

Karlos 2009

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