Foda terapia pela WEB Cam, vem experimentar

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segunda-feira, 4 de maio de 2009

Vou tomar conta de ti - Fecha os olhos e goza

Há quem goste de mudar de posição mas esta aqui é viciada nisso.
Combinámos uma tarde de sexo em sua casa. Tão simples como isso. Cheguei à hora marcada, pontualmente, não a queria deixar ao frio. Sim, ao frio. Ela aguardava-me nua deitada no sofá. Abriu a porta, beijou-me enquanto lhe apalpei a cona. Estava molhada de tanta antecipação e pronta a receber-me imediatamente. Afastou-se e foi escolher o lugar. Deitada no sofá exibia os lábios grosso da sua cona gulosa convidando-me a comê-la. Aproximei-me beijando e acariciando-lhe as pernas, subindo e lambendo a sua pele macia. Um aroma de cona lavada dispertou-me uma subita loucura. Não imaginam o quanto eu gosto de uma cona cheirosa e deliciosa. Mergulo de cara abocanhando tudo, passando a lingua na fenda rosada, subindo e descendo, circulando à volta do grêlo sem o tocar. As suas mãos puxam-me a cabeça mas eu não obedecia. Ela tinha que sofrer primeiro para só depois gozar plenamente. Afastei-me e contemplei aquele mulherão que ainda se contorcia de prazer.
Levantou-se e veio até mim. Beijei-a longamente enquanto ela me acariciava o caralho. Queres chupá-lo agora? Queres senti-lo teso na tua boca? Ela disse que sim e quando se preparava para se baixar... surpresa. Virei-a de costas, empurrei-a até à mesa de jantar fazendo com que se dobrasse expondo um maravilhoso rabo onde logo me encostei. Acariciei-lhe os ombros e costas beijanto e lambendo. Afastei-lhe as pernas, dei-lhe umas palmadas no rabo e enfiei-o todo até ao fundo gritando "és minha". Fodi-te a uma velocidade incrível agarando-te pelas ancas. "minha, minha, minha, és toda minha". Nada disseste. Gemeste baixinho e gozaste tentando fugir mas em vão. Dei-te algum decanso mas sempre com o caralhão teso dentro de ti, masajando-te a cona que ainda sentia o prazer do orgasmo. Trouxe-te nos braços para o sofá. As tuas pernas estavam fracas demais para andares. Sentei-me e sentaste-te em cima de mim. Os nossos corpos encaixaram-se perfeitamente unidos pela cona que engolia o meu caralho e que o apertava. Ficámos ali um bom bocado. Esfreguei-me nas tuas belas mamas, lambi, chupei, beijei até ter uma tesão tão grande que quase explodi de prazer. Ela enlouquecia de prazer e tive de dominar a situação. Deitei-a sobre a mesa baixa (ver foto), segurei-a e ela agarrou-se ao meu braço. Mantinha-a afastada enquanto brincava com o caralho à entrada da cona que estava visivelmente inchada de prazer. Lentamente fui entrando fazendo-a gemer mais. Acertava a cadência das minhas investidas com o prazer dos seus gemidos. Apenas abrandava quando ela me dizia "estou-me quase a vir". Prolonguei o prazer até não poder mais. A tesão era demais e apeteceu-me gozar. "olha bem para mim" disse-lhe. Gostas que te foda não gostas? Então fecha os olhos e vem-te... isso, vem-te, vem-te meu amor. E veio-se logo o que me deixou satisfeito e poderoso. Via aquela mulher a contorcer-se e gemer em agonia agrrada ao meu braço que a imobilizava. Deixei-me vir, parando no último momento para prolongar o prazer. O meu caralho imóvel veio-se só de olhar para ela e sentir o seu corpo que se satisfazia. Esporrei-me lentamente naquela cona maravilhosa.
Libertei-te para te trazer de novo ao sofá. Aprisionei-te nos meus braços onde adormeceste completamente satisfeita.

Karlos 2009

terça-feira, 28 de abril de 2009

Sexo anal - Uma experiência maravilhosa

Ela era atrevida. Fodiamos como coelhos e o sexo era uma constante. Fora de casa ainda lhe agradava mais, e quanto mais estranho o sitio mais ela se excitava.
Foi numa tarde, em casa, no quentinho do sofá que tudo começou. Até agora ela tinha escapado ás minhas investidas, tendo apenas aceite brincar com a cabecinha à porta do seu rabinho maravilhoso. Gosto de a deixar bem louca e desta vez não foi excepção. Lambi, beijei, massajei-lhe as costas e as pernas. Lambi mais, brinquei com o grêlo e as peles da cona sei lá quanto tempo. Ela perdeu o norte. Gemia e gozava em orgasmos longos que a torturavam.
Achei que estava na hora de lhe enterrar o mastro gordo de tanta tesão. Preparei-me para entrar afastando-lhe as pernas. Deixam-me louco os momentos antes de me enfiar pela cona dentro. Faço-o geralmente devagar sentindo cada centímetro da sua carne quente a abrir e a gemer de satisfação por me ter lá dentro. Afastou-me. Disse-me que não, ainda não era a altura e foi buscar qualquer coisa. Recostei-me para a receber. Uma lenta masturbação ocupava os meus pensamentos imaginando-a a sentar-se naquele pau ansioso. Voltou com sorrizo malandro. Que raio teria ido ela fazer? E que frasco é aquele que traz na mão...
Sentou-se em cima do meu belo caralho guloso. Brincou com ele e apontou-o à entrada. Hoje vais-me comer o rabinho, disse ela ajeitando-se ainda mais. Ajudei-a com o óleo e abri ligeiramente a passagem. A cabecinha rosada forçava a entrada no olhinho que teimava em não abrir. Sentia a apressão e ela cada vez fazia mais força. Entrou finalmente. Gritou numa mistura de prazer e dor. Fiquei quieto, apenas a segurei e contemplei o espectácuto. Ela mexeu-se lentamente primeiro, depois ganhou mais confiança. Graças ao óleo o meu caralho apertado escorregava desaparecendo cada vez mais dentro dela. Eu adorava o que estava a contecer, ainda mais por ter sido ideia dela. Os gemidos eram diferentes, mais sofridos, mais raivozos, num prazer louco que nunca mais terminava em orgasmo. Deliciei-me até não poder mais. Fiz um tremendo esforço para não me vir antes do tempo. Sentia-me todo dentro dela, no entanto via a sua cona em repouso, mais acima as volumosas mamas saltavam de desejo e a sua expresão do rosto não deixavam dúvidas sobre o prazer que sentia.
Gozou subitamente descontrolando-se ao ponto de ter de a segurar. Veio-se tanto que eu não sabia se a segurava ou se me vinha também. Foi uma mistura de gozo e protecção pois parecia-me que ela se ia passar.
Debrucei-me sobre ela levantando-lhe as pernas. Fodi aquele cuzinho apertado e vim-me finalmente aos sons dos seus gemidos de loucura e paixão. Gritei e beijei-a. Agarrei-me ao seu pescoço esfregando-me nos seus cabelos. Abraçámo-nos ofegantes com a certeza que haviamos de dar novamente uso ao seu delicioso rabinho.

Karlos 2009

sábado, 21 de março de 2009

Depois da Foda, uma cerveja fresca

Já tenho esta namorada há mais de 6 meses. Houve um tempo, logo a seguir a nos termos conhecido, que andávamos tão viciados um no outro que quase era obrigatória uma queca todos os dias. Só não continuou assim porque ela foi trabalhar para outra cidade a 80 Km daqui.
Como podem ver aquele material é de dar tesão a quaquer um. Já não estava com ela há uns 15 dias.
Acordei com uma vontade louca de a ter e de fazer com ela o que quisesse.
Às vezes ligamos um ao outro apenas para dizer coisas porcas, ela adora e eu também. Liguei-lhe. "Quero-te foder minha putinha. Quero que me saltes para cima hoje"
A surpresa agradou-lhe e ordenou-me que fosse ter com ela a meio da tarde. Faltava imenso tempo. A ideia não me saia da cabeça e a tesão era demais. Desde que acordara que não pensava noutra coisa e agora com foda combinada então era demais.
A vida stressante das ultimas semanas não me tinha permitido estar com ela e até da punheta me tinha esquecido faz agora uns 4 dias, o que é imenso tempo. Preciso de umas quecas para viver, e se não as tenho invento-as na minha mente. Venho-me quase todos os dias e é um ritual que adoro.
Tomei banho calmamente. A ideia de estar com ela não me saía da cabeça. O caralho inchado de desejo pedia festas. A água quente a escorre-me pelo corpo, o gel de banho suave e perfumado lembra-me logo dela. Instintivamente começo a esfrefar a sarda e um prazer intenso apodera-se do meu corpo. Quase me venho, mas consigo resistir fazendo movimentos mais lentos. Enquanto prolongava o meu prazer a mente tentava decidir... venho-me agora ou guardo-me para ela. Que indecisão. E se gozar agora que é tão bom, fodo-a na mesma mais tarde. E se me aguentar ate lá, venho-me logo que a possuir, venho-me de certeza, sinto-me louco.
No meio da loucura lembrei-me que ela em tempos tinha desejado sentir o meu leitinho nas suas manas e pescoço. A ideia foi tão real que mesmo tendo largado a gaita quase gozei naquele momento.
Preparei-me para a viagem que me havia de levar àquela bela mulher. Conduzi tentando distrair-me com a paisagem e a música. Não dava. Lembrava-me como era bom sentir-me apertado dentro dela. Como aquelas mamas enormes me enchuiam as mão. Como me lambuzava chupando-as e acariciando-as até ela gemer enlouquecida. Pensava que lhe tinha de contar cobre o estado delicado do meu desejo. Se ela o agarrasse como de costume e o chupasse como sempre o fizera, era certo o gozo imediato e eu queria algo mais prolongado.
Enviei um SMS. "Hoje quero-te delicada e meiga. A minha tesão é tanta que sou capaz de me vir só com o teu cheiro"
Cheguei, estranhamente ansioso. Queria agarrá-la, possuí-la lentamente, beijar-lhe o corpo todo.
Assim fez como se me lesse o pensamento. Estava nua e mal falámos. Abrassou-me e eu deixei-me abrassar. Conduziu-me ao sofá das almofadas. Não a queria largar e lambia-lhe sofregamente o corpo, qualquer parte tanto fazia. A pele suave e quente de aroma natural elouqueceu-me ainda mais. Agora a minha mão procura freneticamente a sua cona mas ela teima em fugir. As mamas e os bicos das mamas sabem-me tão bem que esqueço a rata. Concentro-me mais a cima alternando com beijos e carícias que não costumávamos fazer.
Não sei quanto tempo passou. Pareceu muito mas sei que foi pouco. Os seus gemidos aumentam de intensidade. Esfrega-se contra mim de forma quase violenta. Obriga-me a abocanhar-lhe as mamas, uma de cada vez, alternando sempre que o prazer se eleva e começando a gemer de forma descontrolada.
Deitei-a. Coloco finalmente a mão entre as suas pernas que agora se abrem facilmente. Um maravilhoso aroma de sexo emana do seu corpo. Está completamente molhada ao ponto de ter escorrido pelas pernas.
Agarro-a, beijo-a, sinto as suas mamas volumosas no meu peito. Os meus dedos avançam por entre os seu pêlos agora encharcados. Conheço tão bem esta cona e tivera tantas saudades dela que agora apetecia-me saciar-lhe o grelo demoradamente. Sinto a carne escorregar por entre os dedos. Tá tão grande este grêlo e a cona inchada de prazer. "Não toques aí" disse ela gemendo. "Estou pronta para me vir contigo, estou faminta e preciso de te foder"
Despiu-me o que também serviu para se acalmar um pouco. Abrassou-se a mim e ao meu caralho enorme. Abocanhou-o lentamente. Gulosa e muito carinhosa tal como lhe tinha ordenado. Apenas o largou para me dizer "Vem-te quando quiseres".
Acariciei-lhe o rosto e o cabelo acompanhando os movimentos da sua cabeça. Não sei quanto tempo ali estive. Ela até parecia adivinhar o que eu sentia. Cada vez que orgasmo estava eminente ela parava recomeçando logo em seguida.
Estava doida. Não o largava, gemia sem parar. Aquela máquina de prazer, perfeitamente sincronizada, mantinha-me num estado de gozo eminente acumulando cada vez mais prazer.
A mão com que acariciava o próprio peito desceu agora até à cona e esfrega-a violentamente. Elouqueceu de desejo. Aquele broche maravilhoso deixou-a hipnotizada e faminta. A loucura dos movimentos e dos gemidos não deixam dúvidas. "Vem-te comigo" disse ela mal dando para perceber as suas palavras. O que eu mais queria era gozar junto dela num prazer explosivo e simultâneo.
Agarrei-lhe as mãos, abanei-a e dei-lhe umas palmadas. Não queria que se viesse sem mim. .
Recostei-me no sofá e fiquei à sua disposição. A visão magnífica daquela bela mulher a dirigir-se para mim dá-me uma tesão extra antevendo o contacto definitivo dos nossos corpos. A cona engole de uma vez só este caralho gordo e enorme. A visão daquelas mamas duras com os seus bicos saidos é divinal.
Agarro-lhe as mamas com força enquanto me sinto a chegar ao fundo da sua doce cona que subitamente me aperta. Os nosso corpos mexem-se sozinhos. O prazer é tanto e aproxima-se um orgasmo maravilhoso.
A espera chegou ao fim, era impossível aguentar mais tempo embora não quisessemos sair dali. Gritámos os dois de prazer. A cona contrai-se aprisionando ainda mais o meu caralho de onde escorre a seiva de muitos dias de abstinência. Venho-me e venho-me e venho-me ao som dos gemidos daquela bela mulher...

Agora repouso, ainda dentro dela, abraçamo-nos e sorrimos de satisfação. Foi uma foda espectacular.
Agora quero a minha cerveja...

Karlos

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