Foda terapia pela WEB Cam, vem experimentar

Mostrar mensagens com a etiqueta gemer. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta gemer. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Sexo, desporto e prazer. Partida de ténis amigável

Nada mais relaxante que uma partida de ténis amigável.
A competição deu lugar ao convívio malandro. É que esta partida teria um final feliz para ambos. Aquele que quer perder terá de satisfazer o outro. Ou será ao contrário?
Eu perdi. Aproximámo-nos da rede para um aperto de mão ao bom estilo despotivo.
Ganhaste. Escolhe como queres o teu prémio, disse-lhe eu sorrindo, mas sem saber exactamente o que se ia passar. Ele simplesmente baixou os calções e mostrou-me o pau já meio teso. Estava suado mas com um cheiro delicioso. Agarrei-o e senti que crescia nas minhas mãos. Olhei-o bem. Estava com um aspecto delicioso. Comi-o devagarinho. Chupei tudo sem parar. Chupei e massajei os tomates. Engoli-o o mais que pude mas ainda me engasguei umas vezes. Ele adorou isso e segurava-me na cabeça para não me deixar tirá-lo da boca.
Há quanto tempo desejaria ele isso? Acho que já tinha tudo pensado na sua cabeça e agora deliciava-se.
Agitou-se num desespero animal. Presenti um sabor conhecido e delicioso. Ele tentava agora resistir a tanto prazer mas em vão. Já não tinha sexo há quase um mês coitado. Quiz dizer algo mas não teve tempo. Suguei-lhe a cabecinha ao mesmo tempo que batia uma doce punheta. Quem disse que os homens não gemem? Este passou-se completamente e gemeu de prazer enquanto um leite quente e espesso me indundava a boca.
Suguei tudinho, abocanhando o pau sem parar até ele começa a perder a tesão.

Lolita 2009

terça-feira, 28 de abril de 2009

Sexo anal - Uma experiência maravilhosa

Ela era atrevida. Fodiamos como coelhos e o sexo era uma constante. Fora de casa ainda lhe agradava mais, e quanto mais estranho o sitio mais ela se excitava.
Foi numa tarde, em casa, no quentinho do sofá que tudo começou. Até agora ela tinha escapado ás minhas investidas, tendo apenas aceite brincar com a cabecinha à porta do seu rabinho maravilhoso. Gosto de a deixar bem louca e desta vez não foi excepção. Lambi, beijei, massajei-lhe as costas e as pernas. Lambi mais, brinquei com o grêlo e as peles da cona sei lá quanto tempo. Ela perdeu o norte. Gemia e gozava em orgasmos longos que a torturavam.
Achei que estava na hora de lhe enterrar o mastro gordo de tanta tesão. Preparei-me para entrar afastando-lhe as pernas. Deixam-me louco os momentos antes de me enfiar pela cona dentro. Faço-o geralmente devagar sentindo cada centímetro da sua carne quente a abrir e a gemer de satisfação por me ter lá dentro. Afastou-me. Disse-me que não, ainda não era a altura e foi buscar qualquer coisa. Recostei-me para a receber. Uma lenta masturbação ocupava os meus pensamentos imaginando-a a sentar-se naquele pau ansioso. Voltou com sorrizo malandro. Que raio teria ido ela fazer? E que frasco é aquele que traz na mão...
Sentou-se em cima do meu belo caralho guloso. Brincou com ele e apontou-o à entrada. Hoje vais-me comer o rabinho, disse ela ajeitando-se ainda mais. Ajudei-a com o óleo e abri ligeiramente a passagem. A cabecinha rosada forçava a entrada no olhinho que teimava em não abrir. Sentia a apressão e ela cada vez fazia mais força. Entrou finalmente. Gritou numa mistura de prazer e dor. Fiquei quieto, apenas a segurei e contemplei o espectácuto. Ela mexeu-se lentamente primeiro, depois ganhou mais confiança. Graças ao óleo o meu caralho apertado escorregava desaparecendo cada vez mais dentro dela. Eu adorava o que estava a contecer, ainda mais por ter sido ideia dela. Os gemidos eram diferentes, mais sofridos, mais raivozos, num prazer louco que nunca mais terminava em orgasmo. Deliciei-me até não poder mais. Fiz um tremendo esforço para não me vir antes do tempo. Sentia-me todo dentro dela, no entanto via a sua cona em repouso, mais acima as volumosas mamas saltavam de desejo e a sua expresão do rosto não deixavam dúvidas sobre o prazer que sentia.
Gozou subitamente descontrolando-se ao ponto de ter de a segurar. Veio-se tanto que eu não sabia se a segurava ou se me vinha também. Foi uma mistura de gozo e protecção pois parecia-me que ela se ia passar.
Debrucei-me sobre ela levantando-lhe as pernas. Fodi aquele cuzinho apertado e vim-me finalmente aos sons dos seus gemidos de loucura e paixão. Gritei e beijei-a. Agarrei-me ao seu pescoço esfregando-me nos seus cabelos. Abraçámo-nos ofegantes com a certeza que haviamos de dar novamente uso ao seu delicioso rabinho.

Karlos 2009

Ningué precisa de saber - Foda Terapia fora de casa