Foda terapia pela WEB Cam, vem experimentar

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quinta-feira, 18 de junho de 2009

Dia de festa - ela é uma puta de uma festa!

Era a festa da inauguração da loja. Tudo preparado para logo à noite. Nada podia falhar e até a comunicação social estava convidada.
A hora de almoço era o descanso merecido após uma manhã de trabalho para toda a equipa.
Enquanto os outros almoçavam, adivinhem quem fez uma sessão fotográfica?
Ela andava a pedir festa. Inaugurámos a loja de outra maneira. Fechámos a porta. Beije-a e despi-a peça por peça. Tirei tudinho menos as luvas e as meias.
Ela gosta de se exibir e eu de a fotografar. Estava nervosa. Lá fora ouviam-se outras pessoas e seria difícil explicar porque não abriamos a porta caso alguém quisesse entrar.
Aproximei-me e encostei-me a ela. Não estava molhada, nem um pouco. Enquanto lhe oferecia o pau bem teso, explorei aquela cona carnuda. Em menos de nada ela entregou-se ao prazer. Escorria abundantemente agora. Dei-lhe a provar os meus dedos. Lambi-os também, estavam uma delícia. Beijei-a ao mesmo tempo que lhe acariciava o peito. Ela não me largava o caralho nem por nada. Virei-a de costas. Ela conduziu o pau até ao seu sexo impaciente. Entrei devagarinho, de uma vez só. Fiquei quieto por momentos dentro dela. Segurei-a bem. Disse-lhe que não podia fazer barulho mas que tinha de gozar bem rápido. Que se ela se portasse bem, que a fodia todas as vezes que ela precisasse. Começou a mexer-se. Queria levar com ele mas eu não deixei. Tá quieta puta, quem fode sou eu, exclamei beijando-lhe o pescoço. Estás preparada, perguntei. Disse que sim. Queres ser fodida agora mesmo? Quero, sim, por favor...
Então prepara-te. Se gozares em menos de dois minutos, logo depois da festa fodo-te tanto, mas tanto, até não poderes mais. E nisto iniciei uma foda que aumentava de ritmo rapidamente. Ela estava na posição ideal, tinha a altura ideal e o meu caralho o tamanho ideal para satisfazer aquela maravilhosa cona.
Veio-se logo. Não foram precisos os dois minutos. Gozou em menos de um minuto num orgasmo prolongado até se satisfazer. Dei-lhe tempo para que gozasse tudo. O pau entrava e saia mais lentamente agora, estava cheio e tesão e com vontade de gozar também. Já gozaste tudo safada? Agora é a minha vez, disse-lhe virando a sua cara para mim. Vou gozar dentro de ti minha linda. Tenho uma semana inteira de leitinho guardado para ti. Queres, não queres? Ela queria e de que maneia. Fode-me, vem-te dentro de mim cabrão, por favor... Toma, é todo teu. Enterrei-o bem fundo e deixei-me gozar. Gozei intensamente abraçando-a e gemendo baixinho ao seu ouvido.

Adoro sentir-me dentro dela quando me venho.

Karlos 2009

domingo, 7 de junho de 2009

Café da manhã quente e delicioso

Quem diz que já não há novidades? Todos os dias é preciso inovar, reinventarmo-nos e ter prazer com isso. Até o café da manhã pode ser diferente. Mude algo nessa rotina agora. Surpreenda alguém e deixe-se surpreender com o resultado.
Ponham emoção, desejo e até um pouquinho de tesão nesse momento. O resto fluirá naturalmente.
Nada de desculpas. Amanhã quero que todas(os) surpreendam o parceiro(a). Mas não sejam egoistas. Partilhem connosco a vossa versão do café da manhã, ou a foema como imaginam que gostariam de ter.
Fico Aguardando as vossas histórias.

Karlos 2009

sábado, 6 de junho de 2009

Sedução na festa acaba em sexo delicioso no carro

Já estava algum tempo pensando naquele gato que toda vez que nos encontrávamos na balada só trocavamos olhares. Ele, um delicioso moreno, alto e de cabeça raspada, todo sarado que me deixava doida com sua “paquerinha” à distancia.
Decidi que aquela noite não passava, tinha que tê-lo por inteiro. Me produzi prestando atenção nos mínimos detalhes, aff como é demorado conseguir um look que não pareça ter sido trabalhoso mais foi...arte de mulher, não tem jeito! Enfim, cheguei à festa preparada pra abatê-lo!
Não perdi tempo. Já tinha a presa sob meu domínio e seria uma questão de tempo até ele estar em minha boca faminta. Então relaxo e começo a curtir aquela energia gostosa dançando sem parar.
Na regra do jogo, ele chega, da uma esbarradinha como que sem querer, querendo rs, pra saber que ele já esta ali. Olho por cima do ombro dou um sorriso e faço de conta que não está mais ali e volto a dançar. Dessa vez quem começa a se esbarrar sou eu. De levinho começo a sentir seu peito com minhas costas e seu pau com minha bundinha. Sua mão pega minha cintura e quando percebe que deixo vem logo com a outra e me segura como fêmea nesse ritual excitante.
O beijo chega logo em seguida, me vira com jeitinho leva uma das mãos a minha nuca e me lasca um beijo delicioso pra descobrir sua língua e seus lábios de macho.
Que gostoso, tudo ali perde a graça e o que mais quero é sumir com aquele homem o mais longe possível. Fomos então para o estacionamento resolver nosso problema!
Me encostou no carro e me fez sentir todo aquele corpo esculpido, eu já não me agüentava. Aquele corpo alucinante mostrava que queria muito mais.
Delicadamente me tirou a calcinha por debaixo do vestido passando suas mãos por minhas pernas que estavam arrepiadas nesse momento. Abriu sua calça e me mostrou aquele pau deliciosamente grosso e duro, me fez sentar no banco do carro e bater um boquete ali mesmo, com a porta aberta e ele de pé do lado de fora do carro. Chupei muito e suas mãos não paravam de bagunçar meus cabelos e tirar do lugar as alcinhas do meu vestidor para pegar gostoso meu peitinho. Me deito, sei la como, e ali lambe a xoxotinha dizendo que tinha que experimentar meu mel antes de me comer.
Que delicia de homem. Molhei aquelas mãos enormes e seu rostinho lindo com minha buceta que tava louca pra dar naquela situação inusitada.
Finalmente entramos no carro e fechámos a porta. Ele tirou a camiseta e arreou as calças e fiz questão de conduzir aquele pau enorme dentro de mim. Deixei bem claro que naquele momento era pra me fode mesmo e me fazer gemer sem parar. Eu meio que sentada e pequenina diante daquele homem, me pega pela cintura e me bota em cima dele pra cavalgar bem gostoso. Me bate na bundinha e abocanha meus peitinhos sem parar aproveitando cada rebolada minha. Me bota de ladinho de costas pra ele segurando uma de minhas pernas abertas e faz pirraça, socando o cacete bem de levinho e tirando tudo só pra eu olhar nos seus olhos e dizer como é mau. Arranho sua cintura e ordeno que não pare com aquilo, ele obedece e começa a tirar e pôr aquele pau latejando dentro de mim. Vai aumentando o ritmo, sua mão cai na minha buceta e começa a apalpar gostoso, até socar bem rápido me fazendo gozar forte encaixada naquele pau.
Ele tira o cacete vira minha bundinha pra cima e bate com ele no meu cuzinho até gozar tudo também.
Damos risada, lhe beijo a boca, nos arrumamos e voltamos pra festa pra dessa vez ficarmos bem agarradinhos o resto da noite!

Texto enviado pela Selma.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Câmara indiscreta no MSN

Eles conheceram-se pela Internet num desses sites sociais. Ele queria tudo, ela queria só amizade. O problema era que viviam em países diferentes, bem longe um do outro.
Conversaram muito e tornaram-se confidentes um do outro. Falaram de experiências e desejos, como nunca tinham falado com outra pessoa. Tudo parecia certo. A voz, o sorrizo online, os temas de conversa. Se ao menos eles se pudessem encontrar... mas era impossível.
Um dia ela apreceu no MSN com um top bem curto. Já tinham falado de preferências e do que mais lhes agradava num parceiro. A vontade tornou-se desejo. Desejo de se mostrar e de ser apreciada. Só um bocadinho, algo mais provocante, e o top foi subindo. Primeiro um pouco, depois mais, o corpo dela ia-se mostrando de forma incrivelmente natural. Ele acompanhava-a do outro lado.
Tirou o top tapando-se com uma mão. Aquilo era bom demais. Ele é que queria estar a segurar naquele peito delicioso, mas era ela que o sentia, e isso era estranhamente bom.
O desejo subiu progressivamente até se tornar demais. Algo que ela nunca tinha pensado. Quando deu por si estava sentindo uma maravilhosa tesão. Entre as pernas havia uma inquietação que precisava ser acalmada. Ele também se mostrava exibindo a tesão que ambos sentiam. Assim ficaram uns momentos. Incitando-se e desafiando-se um ao outro, aquele momento de loucura vinha provar o quanto libertos e intimos eles se tinham tornado.
Esqueceram-se que estavam longe um do outro porque em espírito estavam juntos. Dá-me a tua cona, exigia ele. Quero-a toda só para mim. Foi aqui que ela percebeu o quanto as calças estavam ensopadas de tanto desejo escorrido. Instintivamente baixou as calças e começou a libertar o prazer acumulado. Tocou-se com satisfação como se ele ali estivesse com ela. Como se o prazer que sentia fosse o mesmo que ele estava a receber. Não consegia parar, nem queria, aquilo era melhor do que alguma vez tinha imaginado. Do outro lado, noutro país, estava um caralho cheio de tesão. Era tudo o que ela queria agora. Via-o logo ali bem grande e gostoso. Imaginou-se a ser fodida por ele. Sentia-o dentro de si numa foda maravilhosa.
Deu conta de si à beira do orgasmo. Aquela sensação deliciosa que se aproximava. Vou gozar, gemia ela. Disse-o quatro ou cinco vezes como se não quizesse acabar com aquele momento. Ele estava preparado, masturbando-se calmamente tentando imaginar o prazer que ela sentia.
Subitamente ela parou. O prazer era tanto que até estava com medo. Era agora, não aguentava mais esperar, todas as sensassões se concentravam no clitóris e isso era bom demais.
O silêncio foi quebrado por uma sequência ritmada de gemidos libertadores do prazer contido naquele corpo faminto. Ele gozou imediatamente numa sintonia perfeita o que a deliciou ainda mais. Tinha mesmo aquele caralho por sua conta e tinha-lhe dado finalmente ordem para gozar.
Era mesmo uma pena estarem tão longe. Os seus espiritos permaneceram juntos tornando-se cumplices de um louco prazer há muito desejado.

Karlos 2009

Ningué precisa de saber - Foda Terapia fora de casa