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domingo, 26 de abril de 2009

Punheta de mamas ao acordar

Eram sete e meia da manhã. O despertador tocou como de costume. Cheio de sono, senti o teu odor inconfundível, toquei-te levemente e aconcheguei-me mais um pouco. Levantaste-te, eu não. Fiquei ali no quentinho, na preguiça, é tão bom...
Ouvia-te ao longe a fazer não sei o quê. Imaginei que ainda estivesses nua. O meu caralho levantou-se antes de mim, como acontece sempre de manhã. Que tesão, ele tem vontade própria e tu sabes bem disso.
Aproximas-te, destapas-me. Deixa-me dormir só mais uns minutos, digo-te ainda de olhos fechados. Antes que me pudesse voltar já tu estavas em cima de mim esfregando-te no meu peito. Acorda meu querido, já são horas, dizes-me com voz doce e meiga. O teu corpo, o teu cheiro, as tuas mamas, tudo me deixa louco e penso finalmente em acordar. Sinto que o agarras, Este caralho teso, completamente à tua disposição, é agora o teu brinquedo, é na tua cona o seu lugar. Mas não. Desta vez não. Sinto-o a ser acariciado pelo teu peito. No meio das tuas formosas mamas que tanto adoro, ele sente-se impaciente numa vigorosa tesão matinal. Continuo de olhos fechados. Sinto as mamas na minha barriga e acaricio-as. Estão quentes e suaves. Os bicos estão bem saidos. Estás a gostar meu amor, gostas de me dar prazer eu sei.
Tu não páras, queres mesmo acordar-me. Que punheta delicada e ao mesmo tempo forte e constante. Sinto o prazer a aproximar-se. Tu pressentes o gozo, conheces-me tão bem e gostas que me venha assim. Abrandas o ritmo fazendo o prazer aumentar cada vez mais e mais e mais... Abro os olhos e vejo-te deliciada com o espectáculo. Sou mesmo um Homem de sorte. Gostas disto tanto quanto eu. Olho-te nos olhos e venho-me ao mesmo tempo. O leitinho escorre pela tua mão que tanto prazer me dá.
Agora és tu que não te queres levantar. Deitas-te ao meu lado. Abraço-te e aconchego-te. Hoje vamos chegar atrazados ao trabalho.

karlos 2009

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Uma amiga colorida aliviou-me a tensão. Obrigado amiga, és uma querida.

Estive uns dias no estrangeiro. Entre trabalho imenso e visitas à cidade, só sobrava tempo para dormir.
De volta ao escritório vejo no meio de dezenas de EMails por abrir, um de uma amiga muito especial. Na mensagem deixava transparecer uma certa urgência em estar comigo. Estaria com algum problema? Precisaria de ajuda? Ou seria apenas vontade de comer e ser comida?
Deitei mãos ao trabalho. Havia tanto para fazer. Mas aquela mensagem não me saia da cabeça. Ou melhor, a gaja não me saia da cabeça. Estava mesmo a precisar de aliviar a tensão sexual. A tesão nem me deixava trabalhar em condições. Lembrava-me dela a todo o instante.
Enviei-lhe um SMS. Perguntei o que se passava, disse que tinha saudades dela, etc... O que eu queria já vocês sabem. A resposta tardava e eu sem me concentrar. Ocorreu-me ir à casa de banho esgalhar uma. Sim, era isso, tinha de ser, a vontade era imensa.
Subitamente fui chamado para uma reunião. Estava lá uma vendedora boa boa boa. Imaginei-me a mexer naquele corpo, a mamar-lhe a cona, a chupar-lhe as mamas, sei lá, estava a ficar louco ou quê? Maldita tesão que não me deixa concentrar.
A tão esperada mensagem chegou. Nervoso precipitei-me a consultar o telemóvel. mesmo no meio da reunião. Boas notícias. Estava tudo bem, tinha saudades e perguntava quando é que eu queria tomar café. Respondi: "19:30 em tua casa, depois podes beber todos os cafés que quiseres"
Trabalhei o resto do dia bem disposto, com tesão por tudo e por nada, na certeza que dali a umas horas iria foder tanto quanto quisesse.
E assim foi. Ela adora ver-me gozar e eu fiz-lhe a vontade.

Karlos 2009

Ningué precisa de saber - Foda Terapia fora de casa