Foda terapia pela WEB Cam, vem experimentar

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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Cuidado com essas unhas... aaaaaaiiiiiiiiii

Aquelas unhas saltaram-me logo à vista. Umas unhas assassinas, de meter medo a qualquer Homem.
Ela era meiga. Dizia saber muito bem o que fazer com as mãos... e sabia mesmo. Mas e com as unhas? Ai ai ai ai... Só de pensar já me doia.
Mas que se lixe, arrisco. A tesão era bem forte e aquele pedaço de mulher não me ia escapar.
Tirei-lhe algumas peças de roupa, também não havia muitas. Depois desabotoei as minhas calças e disse-lhe: Toma querida... trata bem dele...
E ela tratou. Sabia mesmo o que fazia e provou ser muito hábil e cuidadosa. Claro que só descansei mesmo quando ela se sentou no pau que logo se consolou enterrando-se naquela coninha apertadinha.
Estava tudo a correr muito bem quando... aaarrgggghhh... ela lança as mãos ao meu pescoço, continua aos saltos em cima de mim, geme cada vez mais e grita "vou gozar"
Agarrei-lhe os braços e empurrei-a para trás ficando em cima dela. Bem enterrado e segurando-lhe os braços ordenei-lhe: Só gozas quando eu disser. Ainda te quero foder muito mais. És a minha putinha e vais fazer tudo o que eu mandar.
O problema das unhas estava solucionado. Podia agora concentrar-me naquela foda maravilhosa. Sentia-me dentro da cona e os nosso corpos encaixavam perfeitamente um no outro. Beijei-a demoradamente enquanto o pau trabalhava bem lá no fundo. A cada sintoma do orgasmo dela eu abrandava e dizia-lhe: ainda não... ainda não podes gozar...
Mas quem queria gozar era eu. Aquela tesão acumulada e o prazer que davamos um ao outro era demais.
Não parei. Dominava-a segurando-lhe bem nos pulsos imobilizando-lhe as mãos junto à cabeça. Olhei-a bem nos olhos acompanhando os gemidos ao ritmo das minhas investidas. Vamos gozar os dois agora. Anda... vamos gozar...
E assim foi. Os olhos transbordavam de prazer e emoção. Eu sentia o orgasmo a apoximar-se e queria gozar. Em poucos segundo aquela maravilhosa sensação iria tomar conta do meu corpo. Goza, goza, goza pensava eu olhando-a nos olhos. Foi bom demais. Fechou os olhos, virou a cara e gozou no preciso momento em que libertei todo o meu prazer inundando-lhe a cona com o meu leitinho quente e espesso.

Karlos 2009

sábado, 13 de junho de 2009

É isso que uma puta safada merece. Apanhar e chupar muito...

Era uma tarde de domingo qualquer, em que estávamos em casa, sem nada para fazer... deitados na cama, vendo filme...
Ele começou a passar a mão pelo corpo, me provocando... eu virei para o canto e empinei bem a bunda (ele sabe que quando faço assim é porque quero que ele encaixe por trás!)... ele veio, encaixou... afastou meu cabelo e beijou meu pescoço... mordeu de leve minha orelha... sua mão acariciava ora meus seios, ora minha buceta....
O tesão foi aumentando...

Pediu que eu ficasse em cima dele... nos beijamos, esfreguei-me e rebolei em cima dele... ainda estávamos com roupas íntimas... falei baixinho no ouvido dele: hoje quero que me domines! O sorriso no rosto dele mostrava o quanto tinha gostado da idéia...
Tinha uma corda ali por perto e ele logo pegou-a e amarrou meus pulsos acima da minha cabeça... me beijou, tirou meu sutiã, lambeu e chupou meus seios... mordeu de leve os biquinhos dos meus peitos... eu gemi de tesão, ele "brigou": fica bem quietinha, não mandei você falar nada!... desceu, beijando minha barriga até chegar na minha bucetinha, que já estava molhada de tanto desejo... chupou e lambei o tempo que quiz... gozei deliciosamente na boca dele.....

Ele subiu, me beijou: agora vem cá... puxou minha cabeça em direção ao seu pau duro de tesão... me chupa bem gostoso, vai! Chupei-o com vontade... em alguns momentos, ele tirava da minha boca e batia com ele no meu rosto, dizendo: é isso que uma puta safada merece, apanhar e chupar muito... Isso me excitava mais ainda...

Agora chega, vem aqui!....ele falava num tom autoritário, eu estava louquinha de tesão... Ele sentou e me puxou para o seu colo, me penetrando com força... eu gemia alto... ele dizia: fica quieta, sua cadela safada... e dava tapas no meu rosto... eu gemia ainda mais... Você não vai ficar quieta? Pegou uma parte da corda e amarrou ao redor da minha boca... eu não conseguia falar... mas o tesão era demais... acabei gozando de novo... Tá gozando, é, sua puta?... metia mais forte ainda... muito gostoso...

Eu vou gozar na tua boca!... novamente levou minha cabeça em direção ao seu pau... chupava e ele empurrava minha cabeça, para que engolisse tudo... com uma mão acariciava minha bocetinha, pegava-a com vontade e desejo... gozei novamente! Ele percebe e não resistiu: vou gozar... soltou minha cabeça e deixou que eu o chupasse como quizesse... gozou na minha boca... Eu engoli todo aquele leitinho quente e gostoso...

Ele me desamarrou.....ficamos deitados, nos beijando e descansando...

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Este fantástico texto foi-nos enviado ela deliciosa Katy.
Vejam o Blog dela em umpoucodetudokc.blogspot.com

Aguardo mais histórias como esta. Quero saber tudinho.
Ajudem-nos a fazer desta Terapia uma inspiração para todos.

Karlos 2009

sábado, 6 de junho de 2009

Sedução na festa acaba em sexo delicioso no carro

Já estava algum tempo pensando naquele gato que toda vez que nos encontrávamos na balada só trocavamos olhares. Ele, um delicioso moreno, alto e de cabeça raspada, todo sarado que me deixava doida com sua “paquerinha” à distancia.
Decidi que aquela noite não passava, tinha que tê-lo por inteiro. Me produzi prestando atenção nos mínimos detalhes, aff como é demorado conseguir um look que não pareça ter sido trabalhoso mais foi...arte de mulher, não tem jeito! Enfim, cheguei à festa preparada pra abatê-lo!
Não perdi tempo. Já tinha a presa sob meu domínio e seria uma questão de tempo até ele estar em minha boca faminta. Então relaxo e começo a curtir aquela energia gostosa dançando sem parar.
Na regra do jogo, ele chega, da uma esbarradinha como que sem querer, querendo rs, pra saber que ele já esta ali. Olho por cima do ombro dou um sorriso e faço de conta que não está mais ali e volto a dançar. Dessa vez quem começa a se esbarrar sou eu. De levinho começo a sentir seu peito com minhas costas e seu pau com minha bundinha. Sua mão pega minha cintura e quando percebe que deixo vem logo com a outra e me segura como fêmea nesse ritual excitante.
O beijo chega logo em seguida, me vira com jeitinho leva uma das mãos a minha nuca e me lasca um beijo delicioso pra descobrir sua língua e seus lábios de macho.
Que gostoso, tudo ali perde a graça e o que mais quero é sumir com aquele homem o mais longe possível. Fomos então para o estacionamento resolver nosso problema!
Me encostou no carro e me fez sentir todo aquele corpo esculpido, eu já não me agüentava. Aquele corpo alucinante mostrava que queria muito mais.
Delicadamente me tirou a calcinha por debaixo do vestido passando suas mãos por minhas pernas que estavam arrepiadas nesse momento. Abriu sua calça e me mostrou aquele pau deliciosamente grosso e duro, me fez sentar no banco do carro e bater um boquete ali mesmo, com a porta aberta e ele de pé do lado de fora do carro. Chupei muito e suas mãos não paravam de bagunçar meus cabelos e tirar do lugar as alcinhas do meu vestidor para pegar gostoso meu peitinho. Me deito, sei la como, e ali lambe a xoxotinha dizendo que tinha que experimentar meu mel antes de me comer.
Que delicia de homem. Molhei aquelas mãos enormes e seu rostinho lindo com minha buceta que tava louca pra dar naquela situação inusitada.
Finalmente entramos no carro e fechámos a porta. Ele tirou a camiseta e arreou as calças e fiz questão de conduzir aquele pau enorme dentro de mim. Deixei bem claro que naquele momento era pra me fode mesmo e me fazer gemer sem parar. Eu meio que sentada e pequenina diante daquele homem, me pega pela cintura e me bota em cima dele pra cavalgar bem gostoso. Me bate na bundinha e abocanha meus peitinhos sem parar aproveitando cada rebolada minha. Me bota de ladinho de costas pra ele segurando uma de minhas pernas abertas e faz pirraça, socando o cacete bem de levinho e tirando tudo só pra eu olhar nos seus olhos e dizer como é mau. Arranho sua cintura e ordeno que não pare com aquilo, ele obedece e começa a tirar e pôr aquele pau latejando dentro de mim. Vai aumentando o ritmo, sua mão cai na minha buceta e começa a apalpar gostoso, até socar bem rápido me fazendo gozar forte encaixada naquele pau.
Ele tira o cacete vira minha bundinha pra cima e bate com ele no meu cuzinho até gozar tudo também.
Damos risada, lhe beijo a boca, nos arrumamos e voltamos pra festa pra dessa vez ficarmos bem agarradinhos o resto da noite!

Texto enviado pela Selma.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Dominação e poder - Iniciação ao sexo perverso

Sempre achei que ela gostava de ser dominada.
Um dia, estava ela deitada comigo em cima, peguei-lhe numa mão e agarrei-a com força dominando-a. Permanecia com a mão um pouco acima da cabeça e logo inconscientemente ofereceu-me a outra. Agarrei as duas só com a mão direita enquanto a esquerda lhe percorria o cabelo, os lábios e o pescoço. Tentou libertar-se mas não muito. Se até agora o prazer era muito e progredia gradualmente com o caralho bem aconchegado lá dentro, agora que estava presa gemia ainda mais notando-se perfeitamente uma subita tesão extra. Não tardou a gozar,o que me agradou imenso e me deu outras ideias.
Palavra puxa palavra nos dias seguintes e percebi que estava louca por ser "obrigada" a render-se aos meus desejos. Queria mesmo era entregar-se e ser torturada pela minha lingua incansável e pelo caralho demoniaco.
Escolhi um objecto simples. Apenas algo que a impedisse de fugir, que me desse acesso livre à cona e a toda aquela parte entre as pernas que tanto me agrada explorar. Deitou-se. Prendi-a. Tapou a cara e esperou pelo castigo. Que me vais fazer, perguntava ela um pouco nervosa. Vou-te deixar louca de tesão. Aproximei-me por trás e contemplei aquela visão magnífica. Ela estava ali ao meu dispor, sujeita à minha vontade. A minha tesão era tanta que pensei castigá-la já fodendo-a bem fundo. Mas pensando melhor podia fazer isso mais tarde. A foda é minha quando eu quiser. Resolvi começar pelas suas pernas sentindo a pele macia, apalpando as coxas ao mesmo tempo que levemente lhe beijava o rabo. Beijava e lambia também, por vezes até mordia um pouco, depois mordia mais. Tentou afastar-se mas não conseguia. Quieta, disse-lhe com voz autoritária. Está quieta senão é pior para ti, segredei-lhe ao ouvido enquanto lhe acariciava o cabelo e a beijava no pescoço. Dei-lhe a povar a pixota inchada de tanta tesão. Gostas disto não gostas? Mama puta senão fodo-te toda. Isso, engole tudo, és mesmo putinha, és mesmo minha... e outras coisas que lhe disse num momento de inspiração ordinária.
Tirei-lhe o brinquedo da boca e massajei-lhe as costas. Passei os dedos levemente desde a nuca até ao rabo, depois do rabo até aos ombros. Uma mão continuou o serviço enquanto a outra punha a cona mais à mostra. Linda, molhada e inchada de desejo. Ela dava jeito espetando o rabo e virando-o para mim. É maravilhoso delizar os dedos pelo meio dos grandes lábios da cona sentindo os tremores e o prazer que a fazem gemer.
Fode-me agora, suplicou ela de cabeça baixa. Queres que te foda minha linda? Pede, pede muito, ordenava eu acompanhando com umas palmadas naquele rabo gostoso. Mais uma vez não fiz o que me pedira, apenas mudei de técnica. Esfreiguei-me e beijei-lhe o rabo agarrando-o com a mão esquerda. A direita explrava-lhe a cona, mais concretamente o clitóris carnudo e gordo. Um delicioso aroma emanava das suas entranhas. Escorria-lhe pelas pernas aquela seiva de mulher faminta. Fode-me agora por favor, fode-me, fode-me, implorava já com voz tremida no meio de gemidos. Se queres que te foda então vem-te primeiro., quero-te ver gozar. Vem-te e geme como eu gosto, só depois é que te como cachorra. Sei bem como ela gosta e aquele grêlo rebolava por entre os meus dedos cada vez mais depressa. Era uma questão de tempo. Sentia o prazer a acumular-se deixando-a enraivecida de desejo. Não, não, nãããããooo, num grito meigo que eu bem conhecia e dorava.
Gozou violentamente num orgasmo longo bem merecido. Pedeu a força e continuava de cara escondida. Soluçava de tanto prazer. Gemia baixinho e aguardava pela continuação da festa. Lambi os dedos empregnados do seu orgasmo. Que doce aroma tem esta mulher.
Apoximei-me por trás, o caminho estava aberto. Entrei e senti uma maravilhosa sensação de prazer. Aquela cona escorregadia aguardava-me há muito. O prazer que tinha acumulado queria agora explodir bem depressa. Contive-me dificilmente porque ela agora gemia outra vez e isso deixa-me louco de tesão. Goza depressa puta antes que me venha, goza agora, ordenava agarrando-a pelo pescoço. O caralho bem enterrado tocava lá no fundo provocando-lhe um prazer intenso. Sentes? É todo teu! Tirava e voltava a entrar totalmente brincando bem lá no fundo. Sentir o seu rabo colado às minhas pernas e barriga é divinal.
Senti que o seu orgasmo estava para breve. Os gemido de aflição entravam agora em loucura. A cona apertava cada vez mais e eu sentia-me cheio de prazer e com uma vontade incontrolável de aliviar o gozo. Mais uma vez no meio dos gemidos ouvi "não, não, nãããooo". Agarrei-a pelas ancas e fodi-a com quanta força tinha. Gritei de prazer fodendo sem parar num entra e sai frenético. Vei-o se comigo, e eu com ela. Foi divinal.
Continuei numa foda lenta sentindo a cona apertada e bem encharcada. A minha tesão durou mais uns minutos, o suficiene para que ela gozasse novamente.
Apressei-me a libertá-la. Bem merecera a sua liberdade depois te tanta tortura.

karlos 2009

Ningué precisa de saber - Foda Terapia fora de casa