Foda terapia pela WEB Cam, vem experimentar

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domingo, 7 de junho de 2009

Hoje é dia de festa privada

Ela adora exibir-se. Não tanto em publico, mas em privado para mim. Adora tirar fotos, daquela que só nós os dois sabemos de quem são.
Desta vez não foi excepção. Muita tesão e desejo por já não nos vermos há algum tempo.
Mas ela tinha outra coisa em mente. Uma deliciosa sessão fotográfica para registar aqueles momentos de desejo. E eu que queria tanto comê-la primeiro, mas fiz-lhe a vontade para ver até onde ia.
Fotografei a sequência com que tirava a roupa. O meu caralho super teso pedia que o satisfizesse. Assim o fiz com uma mão ao mesmo tempo que segurava na máquina fotográfica com a outra. Ela excitava-se ainda mais ao saber que a qualquer momento eu a iria foder por completo.
Tirei mais de 100 fotos. Algumas completamente à sorte para ver o que apanhava. Apanhei-lhe o corpo e mente em completa loucura ansiando por se entregar. Iniciou uma frenética masturbação com tudo a que tem direito. É sem dúvida uma especialista nesta matéria. Fechou os olhos e ali ficou a gemer cada vez mais. Um sofrimento e desejo que telepaticamente recebi. Eu sabia bem o que ela queria. De rabo alçado ela contorcia-se de prazer. O orgasmo não tardava e só havia uma coisa a fazer. Larguei a máquina e enfiei este caralho gordo na sua cona faminta. Agarrei-a com força pela cintura e fodi bem fundo sem parar. Um prazer magnífico invadiu os nosso corpos. Aquela música feita de gemidos e frases ordinárias deu lugar ao silêncio por não aguentar mais a espera. Gozei imediatamente. Ela percebeu isso com se estivesse à minha espera e explodiu de prazer. Continuei a foder aquela cona apertadinha que se contraía e escorria a mistura dos nosso fluidos.
Virei-a ao contrário, de barriga para cima. Encaixei-me nela novamente. Agora apenas a acariciava e beijava abraçando-a bem. Nada mais havia a dizer. Sossegámos e ela chorou de felicidade. Há mulheres assim.

Karlos 2209

sexta-feira, 24 de abril de 2009

69 - Sexo e amor sem penetração

A brincadeira começou no sofá, e por ali continuou. Mexe daqui, lambe dali. A roupa foi saindo deixando a nú os nossos corpos transbordando de tesão.
Não havia pressa. Esta prometia ser uma foda calma. Explorávamos cada centimetro do corpo alheio. Instintivamente encaixámo-nos num maravilhoso 69. Fomos feitos um para o outro. Nesta posição concentramo-nos com o que temos à mão (ou na boca), deixando que a outra parte faça o mesmo dando-nos um enorme prazer.
Doce e meiga, ela chupa, lambe e acaricia-me o caralho com a lingua e boca. As mãos dão uma ajuda, ora mexem nos colhões, ora esfregam o mastro numa punheta divinal..
Lambo e brinco com a lingua na sua cona carnuda e inchada de tesão. Adoro o sabor de cona fresca e do suco que escorre de dentro dela. Sinto-a viva. Mexe-se e pulsa ao som dos gemidos.
E assim continuámos até não querer mais. Vária posições sempre em 69. Não sei quantas vezes nos viemos mas gozámos tudo o que queriamos, tudo o que merecemos, poque foder é tão bom e não faz mal a ninguém.
Que bela Foda Terapia é um 69 quando bem feito.

Karlos 2009

Ningué precisa de saber - Foda Terapia fora de casa