Foda terapia pela WEB Cam, vem experimentar

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sábado, 25 de julho de 2009

Mulher safada gosta de leitinho logo pela manhã

Aqui fica um doce acordar, regado com muita tesão e desejo.
Esta é a minha sugestão para o fim de semana.
Espero que comece bem... desta maneira...
Surpreendam a companheira. Agarrem-na e apalpem-na bem logo ao acordar. Deixem-na cheia de tesão e fodam-na deliciosamente sem parar. Fodam, agarem-na bem e digam que a adoram, que ela é uma putinha linda safada, que ela vai ser vossa para sempre e que a vão foder cada vez mais, etc etc etc...
Depois de ela gozar, e só depois disso, podem-lhe dar o leitinho da manhã. Ela vai adorar sentir o esperma a escorrer pela sua pele. Para as mais gulosas o leitinho pode ser dado na boquinha... ai... que vontade...
E porque não mas mamas? Sim, parece-me uma excelente ideia.

Sejam felizes e voltem aqui para contar como foi.

Karlos 2009

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Uma semana inteira de tesão só para ti

Uma semana inteira passou rapidamente. Muito trabalho, muito stress e pouco tempo para descansar. O meu corpo estava em "seviços mínimos" e apenas queria adormecer toda as noites. Sei que tenho estado ausente e pouco te tenho telefonado, lamento.
A meio da semana, num dia em que custava a adormecer, lembrei-me de ti e das saudades que me dás. Parecia já ter sido há muito tempo que te lambera o corpo todo, demoradamente, torturando-te como tu bem gostas. Instintivamente a mão desceu agarrando o pau... há quantos dias não o segurava... Pensei em ti. Pensei que estarias ali pronta a ser fodida como de costume. Imaginei o teu cheiro, depois o teu sabor. O sabor da tua cona fresca regada com a minha saliva. Adoro lamber-te e provar o doce mel que escorre do teu sexo. Imaginei tudo isso enquanto batia uma punheta com saudades. O prazer misturava-se com o sono e o cansasso. Aquele prazer louco à beira do gozo mantinha-me acordado e cheio de prazer. Fiquei assim, quase a gozar, parando e recomeçando a esfregar o pau sempre a pensar em ti minha linda.
Uma hora depois adormeci satisfeito... cansado... guardando o leitinho para ti.
Os dias passaram depressa. O fim de semana chegou subitamente. Era o dia. Fui ter contigo e a tesão acompanhava-me. Agora queria tudo e tu sabias disso.
Trocámos uns beijos. Olhei-te com saudade e distraí-me a contemplar o teu rosto. Deixei de o ver quando engoliste o meu caralho. A tesão era demais. Chupaste-o bem, com uma vontade incrível e eu adorei. Lambeste-me os colhões e bateste-me uma punheta bem forte. Quase gozei de imediato. Tinha-te avisado que não iria resistir muito tempo. Transbordava de tesão por ti e o desejo de gozar era demais.
Afastei-me para não gozar. Mais uns segundos e teria derramado o meu esperma na tua boca. A vontade foi demais, nem sei como resisti. Apeteceu-me ver o espectáculo. Adoro gozar e ver tudinho.
Sentei-me sobre o teu peito, agarrei as mamas e aconcheguei o pau lá no meio. Pouco me pude mexer. A tesão era demais e ter as tuas mamas nas minhas mãos era uma sensação irresistível.
Tu bem sabes disso e limitaste-te a esperar pelo meu orgasmo. Julgavas que me ias ver gozar no teu peito. Estavas de boca aberta para receber algum do meu esperma. Bem sei que adoras.
Quiz que o recebesses todo. Levantei-me e dei-to na boca. Uma vontade incontrolável de gozar apoderou-se de mim. Os teus lábios entreabertos aguardavam pelo meu gozo. Não foi preciso tocar-lhes. O tu desejo, o meu desejo, a tesão de uma semana finalmente iria ser libertada. Aqueles momentos de imenso prazer acabaram numa libertação maravilhosa directa na tua boca linda. Gozei e gemi maravilhado com a tua punheta que me arrancava jactos de prazer. Gozei tudo o que tinha acumulado durante a semana. Sei do prazer que sentes quando gozo para ti e isso dá-me ainda mais tesão.
No fim lambeste-me o pau aproveitando todo o leitinho que guardei para ti.
Tratste de mim tal como eu gosto.
Adoro-te.

Karlos 2009

terça-feira, 26 de maio de 2009

Dominação, privação sensorial e fetiche da tortura masculina

Ele é um homem estranho. Timido e meigo. Acho que tem alguma pancada ou frustração, ou será só mesmo um fetiche, sei lá.
Um dia percebi que ele gostava de ser dominado. Deu-me a entender isso ao vermos um filme. A partir daí fui dominado-o cada vez mais, e ele cada vez mais submisso e com mais tesão. Sim, os problemas de falta de vontade acabaram completamente. Diz que só goza plenamente comigo e eu acredito tendo em conta o que vejo.
Estava uma tarde fresca e eu não tinha nada para fazer naquela noite. Ligue-lhe tal como faço de vez em quando. Ficou super contente com o meu telefonema. Falei de coisas banais, emprego, quando ia de férias, etc. Ele perguntava coisas sobre mim a grande custo. Sou eu que o domino até ao telefone. Depois de desesperar e já no fim do telefonema disse-lhe: "Olha, já agora, quero-te aqui ás 10 horas para te esvaziar os colhões". Desliguei sem sequer ouvir a resposta.
Ás 10 chegou ele, bem contente. Servi-lhe uma bebida enquanto lhe perguntava: "O menino tem batido muitas punhetas ou está com os colhões bem cheios?" Tinha-se guardado para mim desde a última vez que cá estivera faz agora mais de duas semanas. Estava bem aflito e a pecisar dos meus préstimos. Da vez anterior confessara-me que endoideceu de tanto esperar e que se masturbou uma noite inteira até à exaustão pensando em mim.
Aproximei-me por trás e tapei-lhe a cabeça. Nem uma palavra ou nunca mais te mexo na gaita, ameacei. Despi-me lentamente da cintura para baixo. Aquela cena de dominação deixa-me sempre com muita tesão. A cona humedecia e esfreguei com vontade até escorrer completamente. Passei os dedos ensopados pelos seus lábios. Depois obriguei-o a chupá-los e ele adorou. Queres mais, perguntei. Aproximei-me e amarrei-lhe as mãos atrás das costas. Lambi-lhe as orelhas, o pescoço e ordenei-lhe: "Só te vens na minha boca, ai de ti que desperdices uma gotinha que seja". Aqui ele ficou agitado. Não podia falar mas a sua respiração denunciava uma grade aflição. Gosto mesmo de o torturar mas ás vezes até tenho pena. Ajoelhei-me e mordi-lhe o caralho por cima das calças. Vinha sem nada por baixo. Lentamente abri o fecho. A tesão dele era tanta que tive dificuldade em tirá-lo de dentro das calças. Chupei-o de seguida para o tranquilizar um pouco. Lentamente não fosse ele derramar tudo já de seguida. Depois afastei-me e contemplei o pau faminto que estava por minha conta.
Voltei a mostrar-lhe a cona mas desta vez soltei também as mamas. A dominação deixa-me sempre cheia de vontade e hoje estava demais. Só de pensar naquele pau gostoso que ia gozar na minha boca quando eu mandasse.. ui, que delícia. Sensualmente acariciei o meu peito, apertei os mamilos e a tesão subiu bruscamente. Ele permanecia imóvel cheio de tesão. Olhei-o nos olhos e comecei a masturbar-me frenéticamente. Adoro fazer isto à bruta. O orgasmo aproximava-se e era tão bom. Apertei as mamas, depois um mamilo, apertei cada vez mais e esfreguei desesperadamente a cona. Gozei em menos de um minuto bem na frente dele. Ele suplicava-me com os olhos. Dei-lhe a provar novamente os dedos agora ainda mais gostosos. Prova o meu leitinho, prova, que a seguir vou provar o teu, disse-lhe com voz super sexy. Ele provou e lambeu tudinho.
Abracei-o por trás e mastrubei-lhe o caralhão enorme. Não te venhas ainda ouviste!!! Lentamente e parando por vezes só para lhe massajar os colhões e fazer festinhas na ponta da pichota. Adoro levá-lo até à loucura e parar. Era muito arriscado continuar pois ele gemia de aflição e prazer. A qualquer momento podia explodir e com razão.
Suguei-o suavemente para dentro da minha boca. O gosto das primeiras gotinhas fizeram-me querer mais. Ele estava impaciente com o meu broche, lentamente abocanhando tudo até à garganta. Depois apalpei-lhe os tomates ao memo tempo que lhe batia uma punheta e sugava a cabecinha inchada de tanta tesão. Resolvi não parar desta vez. Ansiava por satisfazê-lo e ele merecia após tanto sofrimento.
Subitamente gritou de prazer e veio-se abundantemente. Os jactos de esperma quente enchiam-me a boca de prazer. Parecia não ter fim tanto prazer. Chupei tudinho até ao fim. Até que ele se acalmasse. Até o serviço estar completo.
Foi-se embora satisfeito. Quando será que lhe telefono novamente? Quando me apetecer.

Lolita 2009

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Café curto, cheio, pingado, italiana ou capuccino?

Ela gosta de café. Gosta é pouco, adora. Parece que não vive sem uma bom café e reclama quando este não presta. De manhã, não acorda enquanto não tomar um café.
Uma destas manhãs preparei-lhe o café. Tinha acordado bem disposto como sempre mas naquele dia deu-me vontade de fazer algo diferente. Estava cheio de tesão claro. Aquele corpo ensonado e vulnerável mesmo à mão convidava a uma bela foda. Aquela safada tesuda não me havia de escapar.
Servi-lhe o café na cama e ela lá começou lentamente a acordar. Aproximei-me dando-lhe a provar o meu sexo. Isso... delícia... vale tudo menos morder. Mal acordou já estava com ele na boca. Bom dia dizia eu. Queres o café? Então trabalha para o ganhares. Adoro vê-la acordar inquieta com tanta tesão. Chupou, lambeu, agarrou-me o caralho com as duas mãos, brincava com ele passando-o pela cara e voltando a engoli-lo.
Adorei mas a brincadeira estava a deixar-me perto do orgasmo e sei que ela não aprecia que eu goze na sua boca. Afastei-me e dei-lhe o café enquanto pensava como me havia de satisfazer logo que ela bebesse tudo. Não foi preciso. Provou o café. Está ótimo, mas pode ficar ainda melhor, disse. Começou uma suave e deliciosa masturbação que gradualmente ia aumentando. Nem queira acreditar que a tesão a estava a endoidecer tanto. Dá cá o leitinho querido, pedia ela sem tirar os olhos da cabecinha inchada de prazer e que a grande custo mantinha ao alcance da chávena. Estava prestes a explodir de prazer, não só porque nunca tinha feito aquilo mas também porque desta vez era ela que queria provar o meu esperma. Passei a mão suavemente pela sua cara e gozei tudo o que tinha de forma super intensa.
De seguida largou-me e bebeu o café. Resolvi não fazer perguntas e ficámos ali aninhados mais um bocado.

Karlos 2009

Ningué precisa de saber - Foda Terapia fora de casa