Foda terapia pela WEB Cam, vem experimentar

Mostrar mensagens com a etiqueta vir. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta vir. Mostrar todas as mensagens

domingo, 28 de junho de 2009

Sexo ao amanhecer - Segunda Feira antes de ir trabalhar

Segunda feira de manhã, toca o despertador, começa assim mais uma semana infernal de trabalho.
Aqui está uma boa oportunidade para apimentar a relação e aliviar o stress do trabalho. O que acham que o vosso companheiro diria se vos encontrasse numa posição destas? Não tem de ser exactamente igual, mas dá para perceber a intenção. Qual o homem que fica indiferente a uma cona oferecida logo pela manhã? Eu nunca pensei duas vezes.
Pois é. Só de imaginar em enterrar o pau ainda meio com sono e acordar ao dar uma valente foda surpresa... ai... já tou com vontade...
Pode parecer um sonho mas vão ver que ao acordarem a fantasia mantem-se. Agradeçam à vossa parceira correspondendo de forma meiga e dedicada. Não se esqueçam claro que provavelmente vão chegar atrazados ao trabalho e por isso não podem ficar ali muito tempo. Aproveitem para lhe beijar o pescoço e acariciar a cona enquanto o pau trabalha vigorosamente dentro dela. Fodam sem parar em busca do orgasmo prometido. Mamas e clitóris devem ser estimulados conforme o que lhes der mais prazer. Sintam o orgasmo dela a chegar. Não parem nunca. Preparem-se para gozar em conjunto. Uma energia maravilhosa vai percorrer o vosso corpo... garanto.
Depois or orgasmo um ou dois minutos de descanso num abraço bem meigo fará toda a diferença.
Aposto que a semana de trabalho vai começar da melhor forma. Pensem nos coitados dos vossos colegas que não tiveram direito a este tratamento VIP.

Uma boa semana a todos e boa Foda Terapia.

Karlos 2009

terça-feira, 26 de maio de 2009

Dominação, privação sensorial e fetiche da tortura masculina

Ele é um homem estranho. Timido e meigo. Acho que tem alguma pancada ou frustração, ou será só mesmo um fetiche, sei lá.
Um dia percebi que ele gostava de ser dominado. Deu-me a entender isso ao vermos um filme. A partir daí fui dominado-o cada vez mais, e ele cada vez mais submisso e com mais tesão. Sim, os problemas de falta de vontade acabaram completamente. Diz que só goza plenamente comigo e eu acredito tendo em conta o que vejo.
Estava uma tarde fresca e eu não tinha nada para fazer naquela noite. Ligue-lhe tal como faço de vez em quando. Ficou super contente com o meu telefonema. Falei de coisas banais, emprego, quando ia de férias, etc. Ele perguntava coisas sobre mim a grande custo. Sou eu que o domino até ao telefone. Depois de desesperar e já no fim do telefonema disse-lhe: "Olha, já agora, quero-te aqui ás 10 horas para te esvaziar os colhões". Desliguei sem sequer ouvir a resposta.
Ás 10 chegou ele, bem contente. Servi-lhe uma bebida enquanto lhe perguntava: "O menino tem batido muitas punhetas ou está com os colhões bem cheios?" Tinha-se guardado para mim desde a última vez que cá estivera faz agora mais de duas semanas. Estava bem aflito e a pecisar dos meus préstimos. Da vez anterior confessara-me que endoideceu de tanto esperar e que se masturbou uma noite inteira até à exaustão pensando em mim.
Aproximei-me por trás e tapei-lhe a cabeça. Nem uma palavra ou nunca mais te mexo na gaita, ameacei. Despi-me lentamente da cintura para baixo. Aquela cena de dominação deixa-me sempre com muita tesão. A cona humedecia e esfreguei com vontade até escorrer completamente. Passei os dedos ensopados pelos seus lábios. Depois obriguei-o a chupá-los e ele adorou. Queres mais, perguntei. Aproximei-me e amarrei-lhe as mãos atrás das costas. Lambi-lhe as orelhas, o pescoço e ordenei-lhe: "Só te vens na minha boca, ai de ti que desperdices uma gotinha que seja". Aqui ele ficou agitado. Não podia falar mas a sua respiração denunciava uma grade aflição. Gosto mesmo de o torturar mas ás vezes até tenho pena. Ajoelhei-me e mordi-lhe o caralho por cima das calças. Vinha sem nada por baixo. Lentamente abri o fecho. A tesão dele era tanta que tive dificuldade em tirá-lo de dentro das calças. Chupei-o de seguida para o tranquilizar um pouco. Lentamente não fosse ele derramar tudo já de seguida. Depois afastei-me e contemplei o pau faminto que estava por minha conta.
Voltei a mostrar-lhe a cona mas desta vez soltei também as mamas. A dominação deixa-me sempre cheia de vontade e hoje estava demais. Só de pensar naquele pau gostoso que ia gozar na minha boca quando eu mandasse.. ui, que delícia. Sensualmente acariciei o meu peito, apertei os mamilos e a tesão subiu bruscamente. Ele permanecia imóvel cheio de tesão. Olhei-o nos olhos e comecei a masturbar-me frenéticamente. Adoro fazer isto à bruta. O orgasmo aproximava-se e era tão bom. Apertei as mamas, depois um mamilo, apertei cada vez mais e esfreguei desesperadamente a cona. Gozei em menos de um minuto bem na frente dele. Ele suplicava-me com os olhos. Dei-lhe a provar novamente os dedos agora ainda mais gostosos. Prova o meu leitinho, prova, que a seguir vou provar o teu, disse-lhe com voz super sexy. Ele provou e lambeu tudinho.
Abracei-o por trás e mastrubei-lhe o caralhão enorme. Não te venhas ainda ouviste!!! Lentamente e parando por vezes só para lhe massajar os colhões e fazer festinhas na ponta da pichota. Adoro levá-lo até à loucura e parar. Era muito arriscado continuar pois ele gemia de aflição e prazer. A qualquer momento podia explodir e com razão.
Suguei-o suavemente para dentro da minha boca. O gosto das primeiras gotinhas fizeram-me querer mais. Ele estava impaciente com o meu broche, lentamente abocanhando tudo até à garganta. Depois apalpei-lhe os tomates ao memo tempo que lhe batia uma punheta e sugava a cabecinha inchada de tanta tesão. Resolvi não parar desta vez. Ansiava por satisfazê-lo e ele merecia após tanto sofrimento.
Subitamente gritou de prazer e veio-se abundantemente. Os jactos de esperma quente enchiam-me a boca de prazer. Parecia não ter fim tanto prazer. Chupei tudinho até ao fim. Até que ele se acalmasse. Até o serviço estar completo.
Foi-se embora satisfeito. Quando será que lhe telefono novamente? Quando me apetecer.

Lolita 2009

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Café curto, cheio, pingado, italiana ou capuccino?

Ela gosta de café. Gosta é pouco, adora. Parece que não vive sem uma bom café e reclama quando este não presta. De manhã, não acorda enquanto não tomar um café.
Uma destas manhãs preparei-lhe o café. Tinha acordado bem disposto como sempre mas naquele dia deu-me vontade de fazer algo diferente. Estava cheio de tesão claro. Aquele corpo ensonado e vulnerável mesmo à mão convidava a uma bela foda. Aquela safada tesuda não me havia de escapar.
Servi-lhe o café na cama e ela lá começou lentamente a acordar. Aproximei-me dando-lhe a provar o meu sexo. Isso... delícia... vale tudo menos morder. Mal acordou já estava com ele na boca. Bom dia dizia eu. Queres o café? Então trabalha para o ganhares. Adoro vê-la acordar inquieta com tanta tesão. Chupou, lambeu, agarrou-me o caralho com as duas mãos, brincava com ele passando-o pela cara e voltando a engoli-lo.
Adorei mas a brincadeira estava a deixar-me perto do orgasmo e sei que ela não aprecia que eu goze na sua boca. Afastei-me e dei-lhe o café enquanto pensava como me havia de satisfazer logo que ela bebesse tudo. Não foi preciso. Provou o café. Está ótimo, mas pode ficar ainda melhor, disse. Começou uma suave e deliciosa masturbação que gradualmente ia aumentando. Nem queira acreditar que a tesão a estava a endoidecer tanto. Dá cá o leitinho querido, pedia ela sem tirar os olhos da cabecinha inchada de prazer e que a grande custo mantinha ao alcance da chávena. Estava prestes a explodir de prazer, não só porque nunca tinha feito aquilo mas também porque desta vez era ela que queria provar o meu esperma. Passei a mão suavemente pela sua cara e gozei tudo o que tinha de forma super intensa.
De seguida largou-me e bebeu o café. Resolvi não fazer perguntas e ficámos ali aninhados mais um bocado.

Karlos 2009

Ningué precisa de saber - Foda Terapia fora de casa