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domingo, 19 de abril de 2009

Uma boca linda cheia de tesão

Ela estava gulosa como sempre. Pegou no meu caralho distraido e colocou-o na boca. Passei a mão pelo seu cabelo sedoso. Bastaram alguns segundos. Cresceu, cresceu, cresceu até lhe descer a garganta. Já não cabe todo, perguntei-lhe. Não podia falar claro. Não se fala de boca cheia. Quero-o enfiar todo, e tu queres engoli-lo, que eu bem sei que tu gostas. Não entra mais, tá duro e bem grosso. Ajeita-te querida, isso... que broche delicioso, uma mamada completa. Sinto-o apertado na tua garganta. Engole, vá, devagar. Leves movimentos fazem-no entrar todo. Sinto os teus lábios junto a mim. Adoro estar dentro de ti, completamente. Tu gostas que e muito. Estou aprisionado na tua boca como se fosse na cona, imagino-me lá dentro. Que prazer intenso, queres que me venha, queres?
E agora? Como gostariam que a história continuasse? Venho-me ou não? E como? E onde?

Karlos 2009

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Uma amiga colorida aliviou-me a tensão. Obrigado amiga, és uma querida.

Estive uns dias no estrangeiro. Entre trabalho imenso e visitas à cidade, só sobrava tempo para dormir.
De volta ao escritório vejo no meio de dezenas de EMails por abrir, um de uma amiga muito especial. Na mensagem deixava transparecer uma certa urgência em estar comigo. Estaria com algum problema? Precisaria de ajuda? Ou seria apenas vontade de comer e ser comida?
Deitei mãos ao trabalho. Havia tanto para fazer. Mas aquela mensagem não me saia da cabeça. Ou melhor, a gaja não me saia da cabeça. Estava mesmo a precisar de aliviar a tensão sexual. A tesão nem me deixava trabalhar em condições. Lembrava-me dela a todo o instante.
Enviei-lhe um SMS. Perguntei o que se passava, disse que tinha saudades dela, etc... O que eu queria já vocês sabem. A resposta tardava e eu sem me concentrar. Ocorreu-me ir à casa de banho esgalhar uma. Sim, era isso, tinha de ser, a vontade era imensa.
Subitamente fui chamado para uma reunião. Estava lá uma vendedora boa boa boa. Imaginei-me a mexer naquele corpo, a mamar-lhe a cona, a chupar-lhe as mamas, sei lá, estava a ficar louco ou quê? Maldita tesão que não me deixa concentrar.
A tão esperada mensagem chegou. Nervoso precipitei-me a consultar o telemóvel. mesmo no meio da reunião. Boas notícias. Estava tudo bem, tinha saudades e perguntava quando é que eu queria tomar café. Respondi: "19:30 em tua casa, depois podes beber todos os cafés que quiseres"
Trabalhei o resto do dia bem disposto, com tesão por tudo e por nada, na certeza que dali a umas horas iria foder tanto quanto quisesse.
E assim foi. Ela adora ver-me gozar e eu fiz-lhe a vontade.

Karlos 2009

Ningué precisa de saber - Foda Terapia fora de casa