Foda terapia pela WEB Cam, vem experimentar

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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Mulheres que se masturbam no trabalho - Sexo virtual ou real?

Tenho uma amiga virtual, até aqui nada de novo, quem não tem?
Um dia vinha ela de uma festa já com uns copinhos a mais e a conversa tornou-se bastante picante. Brinquei com ela, e ela comigo. Abriu a webcam e estava com pouca roupa o que me surpreendeu. Começei a fazer perguntas, daquelas difíceis de responder... Ela respondi a algumas, a outras apenas enviava uns bonecos (emoticons) corados.
Quebradas as primeiras barreiras convenci-a a passar a mão entre as pernas. Primeiro por cima da roupa, depois dentro do pijama. Teclei tanta putaria que ela até fechava os olhos. Seria para as imaginar? Seria para não ler mais? Dava sinais de subita tesão e quase se esquecia que eu a estava a ver. Tou a ficar louca, teclava ela, quase se desculpando. Eu incitava-a mais ainda e dizia-lhe que ela me estava a dar uma mega tesão. Agradou-lhe a ideia de me dar prazer.
Quero ver essa cona linda, teclei em letras grandes. Aqui ia estragando tudo. Ela nunca tinha feito tal coisa. Tu és louco, perguntava ela. Sim, sou louco por ti e quero ver-te todinha. E continuei a teclar. Uma mulher com tesão perde a noção da realidade, bem, e um homem também.
Mostra-me o teu material, pedia ela. Mostra-me se és capaz... Capaz disso era eu, e de muito mais. Abri a webcam descendo lentamente até mostrar o pau. Aquilo deixou-a fora de si e surpresa. Gostas disto não gostas? Estás a precisar de levar com ele! Toma que é todo teu minha linda... e por ai adiante, dá para imaginar.
Quero-me vir com as tuas mamas, mostra-mas já. Trata bem delas como se fosse eu!!!
Assim o fez. Com tanta tesão a minha vontade era gozar mesmo, que loucura.
Espera só mais um pouco... falta pouco... Ela queria gozar e já não faltava muito dava para ver.
Olha bem para este pau. Imagina-o dentro de ti. Vou-te foder como tu sempre quiseste. És a minha putinha privada a partir de agora. Ela estava mesmo à beira do orgasmo. O prazer era demais. Ela ali ofegante e de olhos semi fechados era um espectáculo lindo de se ver. Esperava atentamente pelo seu orgasmo que parecia nunca chegar. Estava elouquecida e até me assustou a forma como puxava os bicos das mamas. Aquele maravilhoso peito estava a ser maltratado, e de que maneira. Calou-se numa aflição deliciosa. Fechou os olhos e gozou soltando gemidos de alívio e satisfação. Gozou imenso tempo. Deixei-me vir perante tão maravilhoso espectáculo.
Depois disso? Ficou sem palavras. Ai o que nós fizémos, dizia ela tapando-se.
Uma bela foda virtual foi o que fizémos. Fica o nosso segredo, mas a partir de agora vou-te comer mais vezes.
E assim foi. Aquela espreriência abriu-lhe as portas para muita loucura. Sem namorado, aquela tesão acumula-se e tem de ser libertada. Fiquei encarregue desse trabalho horrivel, hehehehe.
Apanho-a online e digo-lhe: "Fecha a porta do gabinete. Quero-te foder agora"
Quanto mais faz mais quer fazer. Diz que não sabe porquê mas que a faço ficar bem molhadinha.
Porque será?

Karlos 2009

terça-feira, 26 de maio de 2009

Dominação, privação sensorial e fetiche da tortura masculina

Ele é um homem estranho. Timido e meigo. Acho que tem alguma pancada ou frustração, ou será só mesmo um fetiche, sei lá.
Um dia percebi que ele gostava de ser dominado. Deu-me a entender isso ao vermos um filme. A partir daí fui dominado-o cada vez mais, e ele cada vez mais submisso e com mais tesão. Sim, os problemas de falta de vontade acabaram completamente. Diz que só goza plenamente comigo e eu acredito tendo em conta o que vejo.
Estava uma tarde fresca e eu não tinha nada para fazer naquela noite. Ligue-lhe tal como faço de vez em quando. Ficou super contente com o meu telefonema. Falei de coisas banais, emprego, quando ia de férias, etc. Ele perguntava coisas sobre mim a grande custo. Sou eu que o domino até ao telefone. Depois de desesperar e já no fim do telefonema disse-lhe: "Olha, já agora, quero-te aqui ás 10 horas para te esvaziar os colhões". Desliguei sem sequer ouvir a resposta.
Ás 10 chegou ele, bem contente. Servi-lhe uma bebida enquanto lhe perguntava: "O menino tem batido muitas punhetas ou está com os colhões bem cheios?" Tinha-se guardado para mim desde a última vez que cá estivera faz agora mais de duas semanas. Estava bem aflito e a pecisar dos meus préstimos. Da vez anterior confessara-me que endoideceu de tanto esperar e que se masturbou uma noite inteira até à exaustão pensando em mim.
Aproximei-me por trás e tapei-lhe a cabeça. Nem uma palavra ou nunca mais te mexo na gaita, ameacei. Despi-me lentamente da cintura para baixo. Aquela cena de dominação deixa-me sempre com muita tesão. A cona humedecia e esfreguei com vontade até escorrer completamente. Passei os dedos ensopados pelos seus lábios. Depois obriguei-o a chupá-los e ele adorou. Queres mais, perguntei. Aproximei-me e amarrei-lhe as mãos atrás das costas. Lambi-lhe as orelhas, o pescoço e ordenei-lhe: "Só te vens na minha boca, ai de ti que desperdices uma gotinha que seja". Aqui ele ficou agitado. Não podia falar mas a sua respiração denunciava uma grade aflição. Gosto mesmo de o torturar mas ás vezes até tenho pena. Ajoelhei-me e mordi-lhe o caralho por cima das calças. Vinha sem nada por baixo. Lentamente abri o fecho. A tesão dele era tanta que tive dificuldade em tirá-lo de dentro das calças. Chupei-o de seguida para o tranquilizar um pouco. Lentamente não fosse ele derramar tudo já de seguida. Depois afastei-me e contemplei o pau faminto que estava por minha conta.
Voltei a mostrar-lhe a cona mas desta vez soltei também as mamas. A dominação deixa-me sempre cheia de vontade e hoje estava demais. Só de pensar naquele pau gostoso que ia gozar na minha boca quando eu mandasse.. ui, que delícia. Sensualmente acariciei o meu peito, apertei os mamilos e a tesão subiu bruscamente. Ele permanecia imóvel cheio de tesão. Olhei-o nos olhos e comecei a masturbar-me frenéticamente. Adoro fazer isto à bruta. O orgasmo aproximava-se e era tão bom. Apertei as mamas, depois um mamilo, apertei cada vez mais e esfreguei desesperadamente a cona. Gozei em menos de um minuto bem na frente dele. Ele suplicava-me com os olhos. Dei-lhe a provar novamente os dedos agora ainda mais gostosos. Prova o meu leitinho, prova, que a seguir vou provar o teu, disse-lhe com voz super sexy. Ele provou e lambeu tudinho.
Abracei-o por trás e mastrubei-lhe o caralhão enorme. Não te venhas ainda ouviste!!! Lentamente e parando por vezes só para lhe massajar os colhões e fazer festinhas na ponta da pichota. Adoro levá-lo até à loucura e parar. Era muito arriscado continuar pois ele gemia de aflição e prazer. A qualquer momento podia explodir e com razão.
Suguei-o suavemente para dentro da minha boca. O gosto das primeiras gotinhas fizeram-me querer mais. Ele estava impaciente com o meu broche, lentamente abocanhando tudo até à garganta. Depois apalpei-lhe os tomates ao memo tempo que lhe batia uma punheta e sugava a cabecinha inchada de tanta tesão. Resolvi não parar desta vez. Ansiava por satisfazê-lo e ele merecia após tanto sofrimento.
Subitamente gritou de prazer e veio-se abundantemente. Os jactos de esperma quente enchiam-me a boca de prazer. Parecia não ter fim tanto prazer. Chupei tudinho até ao fim. Até que ele se acalmasse. Até o serviço estar completo.
Foi-se embora satisfeito. Quando será que lhe telefono novamente? Quando me apetecer.

Lolita 2009

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Raparigas de leste a trabalhar ilegalmente nas obras

É com profundo espanto e desagrado que a redacção deste Blog constata o seguinte facto. RAPARIGAS DE LESTE A TRABALHAR ILEGALMENTE NAS OBRAS.
Aliciadas com uma vida melhor, estas lindas e bem formadas senhoras acabam muitas vezes como ajudante de servente. O facto de permanecerem ilegais no nosso país leva-as a sujeitarem-se a trabalhos forçados e condições de higiene deploráveis. A falta de roupa apropriada ao desempenho da função e a enexistência de capacete ou botas protectoras vem reforçar a necesidade de maior fiscalização por parte das autoridades competentes.
Se souber de algum caso como este não exite em denunciá-lo pelo email: f_terapia@hotmail.com

Ningué precisa de saber - Foda Terapia fora de casa