Foda terapia pela WEB Cam, vem experimentar

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terça-feira, 26 de maio de 2009

Sexo na cozinha. A dona de casa desesperada

Vejam o questionário e tirem as vossas conclusões. O sexo na cozinha é praticamente tão bom como na cama ou no carro. Em cima da máquina de lavar é que não.
Mas afinal que há de tão excitante na cozinha? Digam-me vocês!
Acho tentador "atacar" a mulher na cozinha enquanto ela prepara a refeição. Não faz ideia do que se vai passar e a surpresa deixa-a espantada. A princípio pode até nem querer. Há um sem número de razões para não querer. Mas logo que os beijos e os amassos começam, ela perde a resistência e entrega-se atingindo o orgasmo bem mais depressa que o habitual.
Cuidado com o fogão. Aproveitem antes o lava loiças ou outro local e evitem alguma queimadura que não tem graça nenhuma.
Pessoalmente gosto de "atacar" a Maria quando ela está ocupada a lavar a loiça. Aproximo-me por trás, beijo-a no pescoço, cheiro-a e apalpo-lhe as mamas. Que deliciosas mamas, e ela ainda com as mãos cheias de detergente não pode resistir. Desço a mão procurando entre as suas pernas o prazer escondido. Ela inclina-se enquanto eu lhe baixo as calças do pijama. Depois é só entrar e comer a segunda sobremesa num ritmo malandro e sem parar.
A Maria entrega-se completamente e alguns minutos depois gozamos os dois.

Agora toca a contar a vossa versão do sexo na cozinha. f_terapia@hotmail.com
Estou à espera.

Karlos 2009

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Vendo casa de férias com piscina - facilidades de pagamento

Que saudades que vou ter daquela casa de férias.
Que saudades vou ter do amor que ali vivemos. Tanto fora como dentro de água foram momentos inesquecíveis.
Que saudades de uma bela foda à beira da piscina enquanto secamos os nossos corpos. E aquele namoro molhado que acabava sempre com o teu pau dentro de mim. Ai os orgasmos obtidos a flutuar em cima de ti. Nadar nua sempre te deixou louco. Ver-te nadar nu sempre me deixou excitada. A certeza de nos encontrarmos na água era o início de pequenas fodas, aqui e ali, até nos satisfazermos por completo.
Lembras-te daquela vez quando eu estava chateada e me fodeste até à exaustão? Foram tantos orgasmos de seguida até deixar de ter forças. Nunca me vou esquecer daquela terapia sexual.
Vamos para outra casa. Outro local, a mesma tesão maravilhosa.

Lolita 2009

terça-feira, 28 de abril de 2009

Sexo anal - Uma experiência maravilhosa

Ela era atrevida. Fodiamos como coelhos e o sexo era uma constante. Fora de casa ainda lhe agradava mais, e quanto mais estranho o sitio mais ela se excitava.
Foi numa tarde, em casa, no quentinho do sofá que tudo começou. Até agora ela tinha escapado ás minhas investidas, tendo apenas aceite brincar com a cabecinha à porta do seu rabinho maravilhoso. Gosto de a deixar bem louca e desta vez não foi excepção. Lambi, beijei, massajei-lhe as costas e as pernas. Lambi mais, brinquei com o grêlo e as peles da cona sei lá quanto tempo. Ela perdeu o norte. Gemia e gozava em orgasmos longos que a torturavam.
Achei que estava na hora de lhe enterrar o mastro gordo de tanta tesão. Preparei-me para entrar afastando-lhe as pernas. Deixam-me louco os momentos antes de me enfiar pela cona dentro. Faço-o geralmente devagar sentindo cada centímetro da sua carne quente a abrir e a gemer de satisfação por me ter lá dentro. Afastou-me. Disse-me que não, ainda não era a altura e foi buscar qualquer coisa. Recostei-me para a receber. Uma lenta masturbação ocupava os meus pensamentos imaginando-a a sentar-se naquele pau ansioso. Voltou com sorrizo malandro. Que raio teria ido ela fazer? E que frasco é aquele que traz na mão...
Sentou-se em cima do meu belo caralho guloso. Brincou com ele e apontou-o à entrada. Hoje vais-me comer o rabinho, disse ela ajeitando-se ainda mais. Ajudei-a com o óleo e abri ligeiramente a passagem. A cabecinha rosada forçava a entrada no olhinho que teimava em não abrir. Sentia a apressão e ela cada vez fazia mais força. Entrou finalmente. Gritou numa mistura de prazer e dor. Fiquei quieto, apenas a segurei e contemplei o espectácuto. Ela mexeu-se lentamente primeiro, depois ganhou mais confiança. Graças ao óleo o meu caralho apertado escorregava desaparecendo cada vez mais dentro dela. Eu adorava o que estava a contecer, ainda mais por ter sido ideia dela. Os gemidos eram diferentes, mais sofridos, mais raivozos, num prazer louco que nunca mais terminava em orgasmo. Deliciei-me até não poder mais. Fiz um tremendo esforço para não me vir antes do tempo. Sentia-me todo dentro dela, no entanto via a sua cona em repouso, mais acima as volumosas mamas saltavam de desejo e a sua expresão do rosto não deixavam dúvidas sobre o prazer que sentia.
Gozou subitamente descontrolando-se ao ponto de ter de a segurar. Veio-se tanto que eu não sabia se a segurava ou se me vinha também. Foi uma mistura de gozo e protecção pois parecia-me que ela se ia passar.
Debrucei-me sobre ela levantando-lhe as pernas. Fodi aquele cuzinho apertado e vim-me finalmente aos sons dos seus gemidos de loucura e paixão. Gritei e beijei-a. Agarrei-me ao seu pescoço esfregando-me nos seus cabelos. Abraçámo-nos ofegantes com a certeza que haviamos de dar novamente uso ao seu delicioso rabinho.

Karlos 2009

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Uma amiga colorida aliviou-me a tensão. Obrigado amiga, és uma querida.

Estive uns dias no estrangeiro. Entre trabalho imenso e visitas à cidade, só sobrava tempo para dormir.
De volta ao escritório vejo no meio de dezenas de EMails por abrir, um de uma amiga muito especial. Na mensagem deixava transparecer uma certa urgência em estar comigo. Estaria com algum problema? Precisaria de ajuda? Ou seria apenas vontade de comer e ser comida?
Deitei mãos ao trabalho. Havia tanto para fazer. Mas aquela mensagem não me saia da cabeça. Ou melhor, a gaja não me saia da cabeça. Estava mesmo a precisar de aliviar a tensão sexual. A tesão nem me deixava trabalhar em condições. Lembrava-me dela a todo o instante.
Enviei-lhe um SMS. Perguntei o que se passava, disse que tinha saudades dela, etc... O que eu queria já vocês sabem. A resposta tardava e eu sem me concentrar. Ocorreu-me ir à casa de banho esgalhar uma. Sim, era isso, tinha de ser, a vontade era imensa.
Subitamente fui chamado para uma reunião. Estava lá uma vendedora boa boa boa. Imaginei-me a mexer naquele corpo, a mamar-lhe a cona, a chupar-lhe as mamas, sei lá, estava a ficar louco ou quê? Maldita tesão que não me deixa concentrar.
A tão esperada mensagem chegou. Nervoso precipitei-me a consultar o telemóvel. mesmo no meio da reunião. Boas notícias. Estava tudo bem, tinha saudades e perguntava quando é que eu queria tomar café. Respondi: "19:30 em tua casa, depois podes beber todos os cafés que quiseres"
Trabalhei o resto do dia bem disposto, com tesão por tudo e por nada, na certeza que dali a umas horas iria foder tanto quanto quisesse.
E assim foi. Ela adora ver-me gozar e eu fiz-lhe a vontade.

Karlos 2009

Ningué precisa de saber - Foda Terapia fora de casa