Foda terapia pela WEB Cam, vem experimentar

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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Câmara indiscreta no MSN

Eles conheceram-se pela Internet num desses sites sociais. Ele queria tudo, ela queria só amizade. O problema era que viviam em países diferentes, bem longe um do outro.
Conversaram muito e tornaram-se confidentes um do outro. Falaram de experiências e desejos, como nunca tinham falado com outra pessoa. Tudo parecia certo. A voz, o sorrizo online, os temas de conversa. Se ao menos eles se pudessem encontrar... mas era impossível.
Um dia ela apreceu no MSN com um top bem curto. Já tinham falado de preferências e do que mais lhes agradava num parceiro. A vontade tornou-se desejo. Desejo de se mostrar e de ser apreciada. Só um bocadinho, algo mais provocante, e o top foi subindo. Primeiro um pouco, depois mais, o corpo dela ia-se mostrando de forma incrivelmente natural. Ele acompanhava-a do outro lado.
Tirou o top tapando-se com uma mão. Aquilo era bom demais. Ele é que queria estar a segurar naquele peito delicioso, mas era ela que o sentia, e isso era estranhamente bom.
O desejo subiu progressivamente até se tornar demais. Algo que ela nunca tinha pensado. Quando deu por si estava sentindo uma maravilhosa tesão. Entre as pernas havia uma inquietação que precisava ser acalmada. Ele também se mostrava exibindo a tesão que ambos sentiam. Assim ficaram uns momentos. Incitando-se e desafiando-se um ao outro, aquele momento de loucura vinha provar o quanto libertos e intimos eles se tinham tornado.
Esqueceram-se que estavam longe um do outro porque em espírito estavam juntos. Dá-me a tua cona, exigia ele. Quero-a toda só para mim. Foi aqui que ela percebeu o quanto as calças estavam ensopadas de tanto desejo escorrido. Instintivamente baixou as calças e começou a libertar o prazer acumulado. Tocou-se com satisfação como se ele ali estivesse com ela. Como se o prazer que sentia fosse o mesmo que ele estava a receber. Não consegia parar, nem queria, aquilo era melhor do que alguma vez tinha imaginado. Do outro lado, noutro país, estava um caralho cheio de tesão. Era tudo o que ela queria agora. Via-o logo ali bem grande e gostoso. Imaginou-se a ser fodida por ele. Sentia-o dentro de si numa foda maravilhosa.
Deu conta de si à beira do orgasmo. Aquela sensação deliciosa que se aproximava. Vou gozar, gemia ela. Disse-o quatro ou cinco vezes como se não quizesse acabar com aquele momento. Ele estava preparado, masturbando-se calmamente tentando imaginar o prazer que ela sentia.
Subitamente ela parou. O prazer era tanto que até estava com medo. Era agora, não aguentava mais esperar, todas as sensassões se concentravam no clitóris e isso era bom demais.
O silêncio foi quebrado por uma sequência ritmada de gemidos libertadores do prazer contido naquele corpo faminto. Ele gozou imediatamente numa sintonia perfeita o que a deliciou ainda mais. Tinha mesmo aquele caralho por sua conta e tinha-lhe dado finalmente ordem para gozar.
Era mesmo uma pena estarem tão longe. Os seus espiritos permaneceram juntos tornando-se cumplices de um louco prazer há muito desejado.

Karlos 2009

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Sexo virtual online - o sexo mais seguro do mundo

Já muito se falou sobre sexo virtual. Aqui pela Net, pelo MSN por exemplo, é extremamente fácil e convidativo para os amantes desta prática. Uma palavra puxa outra, cria-se um ambiente de tensão sexual, o desejo aumenta e os corpos reagem, humedecem... enrijecem... Depois... (quase) tudo é permitido.
Amigos(as) virtuais transformam-se em amantes virtuais. Partilham intimidades e desejos de forma intensa. Do outro lado está também um ser humano não se esqueçam. O sexo é virtual, mas na mente de cada um a experiência tem um resultado real. A loucura atinge enormes proporções. O facto de não haver envolvimento fisico deixa de lado qualquer constrangimento podendo cada um ser o herói à sua maneira. A transmissão de doenças está também fora de questão e assim o sexo virtual torna-se no sexo mais seguro do mundo.
Mas afinal em que consiste o sexo virtual?
Há quem tecle apenas, permanecendo cada um no anonimato de um nick name.
Outros porém mostram-se na web cam mas de forma limitada para impedir o reconhecimento. As partes genitais ou mesmo outras são parte da festa recebendo e dando prazer a quem está do outro lado.
Numa outra opção, e acredito que apenas para aqueles que se conhecem na realidade ou que se envolveram online numa relação de confiança, para esses não há restricções a mostrar a cara ou o local onde estão.
E o que leva homens e mulheres a procurar este tipo de sexo? Muitos factores claro, mas por exemplo o facto de estarem sozinhos e fantasiarem com um relacionamento sexual. O desejo acumulado procura libertação e enconta-a desta maneira, e que bela maneira. Online tudo pode acontecer muito depressa e inesperadamente. A vontade de combinar uma sessão de sexo virtual pode dar tanta excitação como de um encontro real. Online não há tabus, apenas entendimento e desejo de loucura convertido em prazer intenso. Quem não adora ver o parceiro virtual gozar um maravilhoso orgasmo?
E será que o sexo virtual é considerado traição? Um dia uma amiga disse-me: não há contacto fisico, logo não há traição. Será? E trair em pensamento? Além disso o acto e o prazer resultante é equivalente ao de uma relação sexual real. O que acham ?
Por vezes esta prática é encarada como alternativa ao relacionamento ou casamento, e embora constitua uma facadinha no matrimónio, o facto é que tem menos risco de ser descoberto e mantem toda a emoção de uma traiçãozinha aparentemente inocente.
Mas ainda voltando ao assunto do parágrafo anterior, e se não for traição? E se até for algo autorizado ou desejado? Uma forma de dar largas à imaginação e ao desejo sem envolvimento fisico? É uma participação a dois, a três ou a quatro onde cada lado se satisfaz e tenta satisfazer (e elouquecer) quem está do outro. Não é uma troca de casais, também não é sexo em grupo, mas é um caso de exibicionismo e voyerismo que a nova tecnologia veio permitir.
Espero que cada um encontre online ou no mundo real a forma de se satisfazer e de proporcionar prazer ao parceiro. O sexo é um acto principalmente mental. Porque não virtual?
Este é um tema aberto ao debate tanto aqui neste post como no questionário do Blog. Quem preferir pode utilizar também o EMail ou o MSN. Adoro conhecer as vossas histórias e participar em tudo o que vos dê prazer.

Karlos 2009

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Vou tomar conta de ti - Fecha os olhos e goza

Há quem goste de mudar de posição mas esta aqui é viciada nisso.
Combinámos uma tarde de sexo em sua casa. Tão simples como isso. Cheguei à hora marcada, pontualmente, não a queria deixar ao frio. Sim, ao frio. Ela aguardava-me nua deitada no sofá. Abriu a porta, beijou-me enquanto lhe apalpei a cona. Estava molhada de tanta antecipação e pronta a receber-me imediatamente. Afastou-se e foi escolher o lugar. Deitada no sofá exibia os lábios grosso da sua cona gulosa convidando-me a comê-la. Aproximei-me beijando e acariciando-lhe as pernas, subindo e lambendo a sua pele macia. Um aroma de cona lavada dispertou-me uma subita loucura. Não imaginam o quanto eu gosto de uma cona cheirosa e deliciosa. Mergulo de cara abocanhando tudo, passando a lingua na fenda rosada, subindo e descendo, circulando à volta do grêlo sem o tocar. As suas mãos puxam-me a cabeça mas eu não obedecia. Ela tinha que sofrer primeiro para só depois gozar plenamente. Afastei-me e contemplei aquele mulherão que ainda se contorcia de prazer.
Levantou-se e veio até mim. Beijei-a longamente enquanto ela me acariciava o caralho. Queres chupá-lo agora? Queres senti-lo teso na tua boca? Ela disse que sim e quando se preparava para se baixar... surpresa. Virei-a de costas, empurrei-a até à mesa de jantar fazendo com que se dobrasse expondo um maravilhoso rabo onde logo me encostei. Acariciei-lhe os ombros e costas beijanto e lambendo. Afastei-lhe as pernas, dei-lhe umas palmadas no rabo e enfiei-o todo até ao fundo gritando "és minha". Fodi-te a uma velocidade incrível agarando-te pelas ancas. "minha, minha, minha, és toda minha". Nada disseste. Gemeste baixinho e gozaste tentando fugir mas em vão. Dei-te algum decanso mas sempre com o caralhão teso dentro de ti, masajando-te a cona que ainda sentia o prazer do orgasmo. Trouxe-te nos braços para o sofá. As tuas pernas estavam fracas demais para andares. Sentei-me e sentaste-te em cima de mim. Os nossos corpos encaixaram-se perfeitamente unidos pela cona que engolia o meu caralho e que o apertava. Ficámos ali um bom bocado. Esfreguei-me nas tuas belas mamas, lambi, chupei, beijei até ter uma tesão tão grande que quase explodi de prazer. Ela enlouquecia de prazer e tive de dominar a situação. Deitei-a sobre a mesa baixa (ver foto), segurei-a e ela agarrou-se ao meu braço. Mantinha-a afastada enquanto brincava com o caralho à entrada da cona que estava visivelmente inchada de prazer. Lentamente fui entrando fazendo-a gemer mais. Acertava a cadência das minhas investidas com o prazer dos seus gemidos. Apenas abrandava quando ela me dizia "estou-me quase a vir". Prolonguei o prazer até não poder mais. A tesão era demais e apeteceu-me gozar. "olha bem para mim" disse-lhe. Gostas que te foda não gostas? Então fecha os olhos e vem-te... isso, vem-te, vem-te meu amor. E veio-se logo o que me deixou satisfeito e poderoso. Via aquela mulher a contorcer-se e gemer em agonia agrrada ao meu braço que a imobilizava. Deixei-me vir, parando no último momento para prolongar o prazer. O meu caralho imóvel veio-se só de olhar para ela e sentir o seu corpo que se satisfazia. Esporrei-me lentamente naquela cona maravilhosa.
Libertei-te para te trazer de novo ao sofá. Aprisionei-te nos meus braços onde adormeceste completamente satisfeita.

Karlos 2009

sexta-feira, 1 de maio de 2009

És minha e eu vou-te foder tanto, tanto, tanto

Sei que andavas necessitada. Era um fogo que já não conseguias esconder. Uma vontade enorme de te entregares a mim percorria o teu corpo e alojava-se na tua mente. Andavas mais dedicada e até quase oferecida.
Agarrei-te num abraço forte que te deixou imóvel. O que é isto? Perguntaste baixinho e sem grande resistência. Beijei-te o pescoço e lambi-o até ás orelhas, primeiro de um lado, depois do outro. Sentia o teu cabelo e o teu cheiro que me despertou uma tesão instantânea. Quiseste-me beijar mas eu fugi. Agarrei-te pelos cabelos puxando-te a cabeça para trás. Beijei-te docemente o queixo, a face e só depois os lábios. És minha ouviste ?! Sou tua, respondeste, e eu adorei a tua obediência.
Empurrei-te para o sofá. De imediato tiraste a roupa revelando umas maravilhosas mamas, grandes e redondas como já não via há muito. Olhavas fixamente para o meu caralho desejando-o mais que tudo. Forte e teso ele ia foder-te, disso tinhas tu a certeza e o teu corpo reagia numa aflitiva tesão entre as pernas. Aproximei-me e tentaste agarrá-lo. Julgaste que o ias enfiar na boca? Enganas-te. Chega-te para lá. Toma-o no meio das tuas mamas. Quem bem que ele fica aqui. Não te podes mexer, estás dominada por mim e pela tesão que te faz gemer. Sente o sabor dos meus dedos como se o caralho te entrasse na cona. Chupa-os que do resto nem vais chegar perto. Sente o volume da minha tesão no meio das tuas mamas. Que mulher louca, que mamas tão boas estou a sentir enquanto te acaricio o corpo com as mãos. Adoro faze-te sofrer. Fode-me, pedes tu sabendo que não te obedeço. Queres que te foda? Queres? Então vem-te primeiro para eu ver. Vem-te ou gozo eu nas tuas mamas não tarda nada.
Continuei os movimentos perfeitos de uma punheta de mamas deliciosa que me fazia aproximar do orgasmo. Excitava-me cada vez mais a ideia de te vires bem à minha frente. As tuas mãos esfregavam a cona freneticamente em busca do prazer. Vem-te querida, goza, goza tudo, incitava eu deixando-te na certeza de vir aí um orgasmo violento.
Ohhh, não... não... não aguento mais, gritaste. Vem-te agora, ordenei. Isso, mais, tu adoras que eu te foda... Mantive o caralho no meio das mamas a grande custo. Estavas presa mas o orgasmo deu-te força fazendo o teu corpo saltar de emoção e prazer. Os gemidos também não deixavam dúvida. Era um orgasmo enorme há muito desejado e que parecia não ter fim.
Por fim descansaste. Libertei-te os braços que agora ganhavam outra utilidade. Juntaste firmemente as mamas ao meu caralho faminto. Ainda não te vieste? Perguntaste surpreendida. Ainda não respondi, estou há espera que gozes novamente. Nem penses, quero que te venhas já, quero-te ouvir gemer e sentir o teu esperma a escorrer em mim. Aquilo deixou-me mesmo doido. mais uns segundos e vinha-me de certeza. Nunca umas mamas tão boas me tinham acariciado o pau. A tesão tornou-se crítica subitamente e quase lhe fiz a vontade, mas afastei-a. Não, ainda não, disse-lhe sorrindo. Leantei-me e mostrei-lhe o material super teso. Masturbei-me lentamente o que fez com que ela se entusiasmasse novamente. Vá, faz o mesmo, ordenei-lhe. Esfrega essa cona linda se queres que te foda. Anda, despacha-te antes que me venha sem ti. Apressaste-te e o prazer crescia rapidamente. Vais-me foder? Vais, não vais? Por favor, preciso de ti, dá-me, por favor, fode-me. E não era mentira. O teu corpo implorava contorcendo-se e anunciando o culminar de tanto prazer. Aproximei-me, afastei-te rapidamente as pernas e entrei em ti de uma vez só. Agora era impossível resistir. Senti aquela sensação maravilhosa dos momentos antes do orgasmo. Estou-me a vir, gritei, e fodi-te até ao fundo com raiva nessa tua cona de veludo e deliciando-me nas tuas mamas gordas e macias. Ouvi-te gemer e senti o teu orgasmo que me aprisionou na tua cona. Gozei como nunca tinha gozado aproveitando a tesão até ao fim. Dei-te tudo o que tinha e tu adoraste que me viesse dentro de ti. Afinal valeu a pena o sacrifício da espera.

Karlos 2009

Ningué precisa de saber - Foda Terapia fora de casa