Foda terapia pela WEB Cam, vem experimentar

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sábado, 2 de maio de 2009

Vem-te para mim, goza como eu gosto

Adoro deixar o caralho por tua conta. Tratas tão bem dele que posso ficar descansado e gozar cada momento. Conheces-me bem e a ele também. O pau grosso que agarras firmemente delicia-se enquanto o masturbas. As tuas punhetas nunca são demais. Ora devagar, ora depressa, deixas-me doido como só tu sabes fazer. Ele levanta-se assim que lhe tocas e não resiste aos carinhos da tua mão e boca. Lambe tudo minha adorada mulher que tanto prazer tens quando me venho para ti. Brinca com ele à vontade. Sinto o caralho louco de tesão quando o aconchegas nas tuas maravilhosas mamas. Provo a tua cona quente e humida enterrando-me bem fundo. Quero também entrar no teu cuzinho guloso que tanto nos faz gemer. O gozo aumenta até se tornar insuportávelmente bom. Que sensação urgente de explodir em prazer. Aguento o mais que posso nesse estado de perfeita agonia sexual que tanto prazer nos dá.
Venho-me para ti da forma que mais te apetecer minha linda. Dentro de ti se quiseres. Se preferires derramo em ti o leitinho quente de uma espectacular esporrada.
Gozamos os dois. Tu escolhes como me queres satisfazer e eu venho-me a teu gosto.

Peço a todas as mulheres que participem na nossa votação. Digam-nos o que mais vos agrada. Podem fazê-lo também por EMail se quiserem dar uma resposta mais completa. Aguardo-vos curioso.

Karlos 2009

terça-feira, 28 de abril de 2009

Sexo anal - Uma experiência maravilhosa

Ela era atrevida. Fodiamos como coelhos e o sexo era uma constante. Fora de casa ainda lhe agradava mais, e quanto mais estranho o sitio mais ela se excitava.
Foi numa tarde, em casa, no quentinho do sofá que tudo começou. Até agora ela tinha escapado ás minhas investidas, tendo apenas aceite brincar com a cabecinha à porta do seu rabinho maravilhoso. Gosto de a deixar bem louca e desta vez não foi excepção. Lambi, beijei, massajei-lhe as costas e as pernas. Lambi mais, brinquei com o grêlo e as peles da cona sei lá quanto tempo. Ela perdeu o norte. Gemia e gozava em orgasmos longos que a torturavam.
Achei que estava na hora de lhe enterrar o mastro gordo de tanta tesão. Preparei-me para entrar afastando-lhe as pernas. Deixam-me louco os momentos antes de me enfiar pela cona dentro. Faço-o geralmente devagar sentindo cada centímetro da sua carne quente a abrir e a gemer de satisfação por me ter lá dentro. Afastou-me. Disse-me que não, ainda não era a altura e foi buscar qualquer coisa. Recostei-me para a receber. Uma lenta masturbação ocupava os meus pensamentos imaginando-a a sentar-se naquele pau ansioso. Voltou com sorrizo malandro. Que raio teria ido ela fazer? E que frasco é aquele que traz na mão...
Sentou-se em cima do meu belo caralho guloso. Brincou com ele e apontou-o à entrada. Hoje vais-me comer o rabinho, disse ela ajeitando-se ainda mais. Ajudei-a com o óleo e abri ligeiramente a passagem. A cabecinha rosada forçava a entrada no olhinho que teimava em não abrir. Sentia a apressão e ela cada vez fazia mais força. Entrou finalmente. Gritou numa mistura de prazer e dor. Fiquei quieto, apenas a segurei e contemplei o espectácuto. Ela mexeu-se lentamente primeiro, depois ganhou mais confiança. Graças ao óleo o meu caralho apertado escorregava desaparecendo cada vez mais dentro dela. Eu adorava o que estava a contecer, ainda mais por ter sido ideia dela. Os gemidos eram diferentes, mais sofridos, mais raivozos, num prazer louco que nunca mais terminava em orgasmo. Deliciei-me até não poder mais. Fiz um tremendo esforço para não me vir antes do tempo. Sentia-me todo dentro dela, no entanto via a sua cona em repouso, mais acima as volumosas mamas saltavam de desejo e a sua expresão do rosto não deixavam dúvidas sobre o prazer que sentia.
Gozou subitamente descontrolando-se ao ponto de ter de a segurar. Veio-se tanto que eu não sabia se a segurava ou se me vinha também. Foi uma mistura de gozo e protecção pois parecia-me que ela se ia passar.
Debrucei-me sobre ela levantando-lhe as pernas. Fodi aquele cuzinho apertado e vim-me finalmente aos sons dos seus gemidos de loucura e paixão. Gritei e beijei-a. Agarrei-me ao seu pescoço esfregando-me nos seus cabelos. Abraçámo-nos ofegantes com a certeza que haviamos de dar novamente uso ao seu delicioso rabinho.

Karlos 2009

Ningué precisa de saber - Foda Terapia fora de casa